F1, Emanuele Pirro: “Podemos ter uma F1, sem carros novos todos os anos”
Muitas ideias e opiniões têm surgido nos últimos tempos para que a F1 enfrente o futuro com mais força. Emanuele Pirro juntou a sua voz ao coro de sugestões.
Para o piloto italiano, que fez 40 GP, a F1 não precisa de fazer carros novos a cada ano:
“Podemos fazer fins de semana de grandes prémios em dois dias, em vez de três, e não precisamos de mil pessoas nos bastidores”, disse ele ao L’Equipe.
“Podemos ter uma Fórmula 1 sem necessidade de criar um carro novo a cada ano”, disse Pirro. “Também não entendo por que se não pode mais vender chassis para outras equipas, como no passado.”
“No momento, mesmo as equipas menores têm de criar um carro novo que acaba no lixo no final de cada temporada. Essa situação pode encorajar-nos a seguir regras menos dogmáticas e uma Fórmula 1 mais viável e acessível”, acrescentou.
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José Gonçalves
16 Abril, 2020 at 11:11
Não deixa de ter a sua razão, gastam milhões e no final da época deixa de ter uso.
[email protected]
16 Abril, 2020 at 11:34
Tem a sua lógica. As grandes marcas usam a F1 como plataforma de desenvolvimento técnico para as vendas do quotidiano. Mas estamos a falar de três ou quatro equipas… As outras são para retorno em marketing. Assim, até faria sentido o que diz o Emanuele Pirro.
First Row
16 Abril, 2020 at 12:45
Tenho de o dizer. Muitos morreram na F1, talvez o mais sonante Senna. A F1 ou qualquer outra modalidade sobretudo de pista é uma paixão para todos quantos lá chegam. Mas só os melhores que são aqueles que têm em si vivo o sonho, o desejo infindável e a ambição desmedida de serem o líder incontestado daquilo que é o dom e paixão que já nasceu junto com eles tornam-se lendas. Os que vêm na pilotagem ao limite de perfeito a total paixão e sentido de vida para com os outros. Na verdade não é apenas o desejo de vencer. É o desejo de ser parte do carro e da pista, de sentir que está a pilotar onde em nenhum ponto poderia ter sido mais veloz e fazê-lo vezes sem conta sempre numa perfeição de Deus. De se afirmar como o melhor e maior nessa arte que amam. E depois surge então a motivação extra, o chamado talento, que provem da vontade em ser o melhor e mais rápido e em sequência de bater os adversários directos com que se confronta de maneira assertiva. E há ainda o fervor de precisar desesperadamente, como J.Hunt uma vez disse, que todos reconheçam como piloto, a rapidez e grandiosidade nesse dom que é a pilotagem ao limite. Motivação essa que aumenta ainda mais quanto mais se sobe na escala e se chega à posição de poder provar e demonstrar a glória, a paixão. Uma vez em pista um piloto deste calibre que esteja no expoente maximo não pensa em mais nada. É apenas ele, o carro, a velocidade e Deus. É uma abstracção total, mágica e apaixonante para quem o faz e que transborda para quem vê. Nada mais interessa só mesmo aquele ritmo frenético e uma última motivação que é mostrar a todos que somos bons, onde somos bons. Na paixão da pilotagem e no êxito da vitória.
831AB0
16 Abril, 2020 at 12:55
Nada que ver com o tema deste artigo. Comento aqui porque não consigo fazê-lo no lugar próprio. É o seguinte: não é aceitável que, no artigo sobre o Fiat Uno Turbo i. e., se afirme que este carro estava equipado com um motor 1500cc. Isto não é verdade. O Uno Turbo i. e. tinha o motor Lampredi de 1301cc. Já nem me queixo da sintaxe confusa do artigo e do «á» em vez de «à»: imprecisões como esta do motor do Fiat Uno são bem mais graves que os (muitos) erros ortográficos e de sintaxe.
Manuel Araujo
16 Abril, 2020 at 14:42
tem carradas de razão , é um erro inacreditável….. falta de rigor… enfim… o habitual….