F1, Christian Horner: “houve muita pressão” para substituir Michael Masi
Michael Masi foi substituído como diretor de prova da Fórmula 1 por Eduardo Freitas e Niels Wittich, em consequência da controvérsia que começou em Abu Dhabi. Para Christian Horner, chefe de equipa da Red Bull, tirar o lugar a Masi é uma resolução excessiva, voltando a defender que o diretor de corrida não tinha os mesmos recursos que as equipas.
“Acho que é duro”, afirmou o responsável da Red Bull ao TalkSport. “Esteve numa posição muito difícil no ano passado. Sentimos que muitas decisões foram contra nós no ano passado e penso que quando se olha para o que ele tem à sua disposição em termos de recursos em comparação com o que as equipas têm, há uma diferença tão grande, tão grande. É bom saber que estão a trazer coisas como o equivalente ao VAR e estão a trazer de volta um dos tipos mais experientes, Herbie Blash. Acho que houve muita pressão para substituir o Michael, que não está certo. É o que sinto”.
Depois das decisões de Michael Masi em Abu Dhabi, Horner insiste que o então diretor de corrida não foi contra as regras e que a controvérsia criada foi apenas para esconder as más decisões estratégicas da Mercedes.
“Foi apenas uma cortina de fumo porque, quando analisamos o que se passou, a Mercedes teve duas oportunidades para mandar parar. Houve um Virtual Safety Car e um Safety Car e o piloto pediu para parar nas duas vezes e eles deixaram-no em pista. E foi isso que o expôs no final da corrida. Estrategicamente, conseguimos acertar nesse dia e são essas pequenas margens. Quando o acidente com Nicholas Latifi aconteceu a cinco voltas do final, reagimos imediatamente. Conseguimos que o Max entrasse, montamos um novo jogo de pneus. A Mercedes deixou Lewis de fora, o que resultou em pneus com 44 voltas, no fim de vida. E obviamente, Max teve de ultrapassar na última volta”.
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Ri04071736
21 Fevereiro, 2022 at 16:57
Já se sabe quem manda nesta nova F1… Toto Wolf e os seus amigos…
Nao foi por acaso que as regras o antepassado mudaram 3 vezes num mesmo ano com 3 novas “Directrizes”.
[email protected]
21 Fevereiro, 2022 at 17:13
Alguém na redação do Autosport encriptou o seu comentário, será que queria dizer que um antepassado do Toto Wolf mudou 3 vezes de meretrizes?
[email protected]
21 Fevereiro, 2022 at 17:07
É um facto que a mercedes não aproveitou as oportunidades que teve para mandar entrar Hamilton, mas é também indiscutível face aos elementos conhecidos que houve pressão da Red Bull quanto à questão do safety car. Um director de corrida não pode em nenhuma situação expor-se a este escrutíneo, ao fazê-lo terá que se sujeitar às consequências.
pintinha
21 Fevereiro, 2022 at 17:08
Coitadinho do crocodilo … acabou-se-te a mama.
Pedro Correa Mendes
21 Fevereiro, 2022 at 17:21
Não há nada a fazer, cada um de nós tem as suas preferências na F1. quem gosta do Hamilton vê a coisa duma maneira, quem gosta do Verstappen vê ao contrario…e o pior é que ninguem consegue ser frio e dar a mão à palmatória quando não tem razão…não há volta a dar. O ideal seria que houvesse 4 ou 5 pilotos a disputar a vitória em cada GP…
Não me chateies
21 Fevereiro, 2022 at 20:32
Espero que a Ferrari, a Alpine e a McLaren entrem na festa.
Mpabe Lyan
21 Fevereiro, 2022 at 19:14
Nāo se preocupe com M. Masi, em breve será anunciado como “conselheiro’ da…. Redbull F1 Team.
Paulo Brasil
21 Fevereiro, 2022 at 20:05
Tal pena despediram te o empregado …
Frenando_Afondo™
21 Fevereiro, 2022 at 20:42
Se a hipocrisia matasse, Horner seria um zombie. É bastante hipócrita vir falar de Masi dizendo “que foi duro” e que “foi pressão da Mercedes”. Quando em 2021 contestou todas as decisões deste mesmo Masi quando estas não foram a favor de Max. Isso e questionou N vezes o carácter deste mesmo Masi, mandando indirectas que não estava a ser isento e até que se sentiam perseguidos pela FIA.
Agora este mesmo Masi, que foi criticado dia sim e dia também pela RB, foi despedido e olha, agora já é “injusto” entre outros mimos. Agora já gostavam dele é?
E por fim, a falta de isenção de Horner, que sabe perfeitamente que se a polémica tivesse sido contra Max, fazendo-o perder o título, este mesmo Horner estaria a gritar em plenos pulmões todas as semanas sobre “a vergonha da última corrida” entre muitas outras críticas – bastante públicas – para fazer com que Masi fosse despedido. Afinal basta ver as suas atitudes em 2021… E ainda nem o título estava decidido – Imaginem se tivesse sido isso a decidir o título a favor de Hamilton. Ah pois…
Lagafe
22 Fevereiro, 2022 at 0:09
Bom post. Falta só completar que a Mercedes ajudou desde o primeiro dia a instaurar este clima de desconfiança sobre a decisões tomadas. E é bom lembrar o Sr Marko que cumpre uma excelente posição de incendiário.
Lagafe
22 Fevereiro, 2022 at 0:55
Mas alguém esperava outra posição do Horner?
É giro que falem, agora, de dureza excessiva quando durante todo o ano a Red Bull e a Mercedes atacaram sem piedade o Masi e a direção da corrida. Nem interessa ver quem começou o quem foi mais sacana. É uma conversa estéril e com pouca racionalidade.
Poderia o Masi continuar? Eu acho que sim, o mais importante é a referência do Horner aos meios que a direção da corrida dispõem. Devidamente acompanhado talvez pudesse seguir na função mas assim é também uma forma da FIA fazer um limpeza à casa. De igual forma, é verdade que essas limpezas raramente dão bons resultados
Carlos Bastos
22 Fevereiro, 2022 at 4:54
Horner negociou com Masi o título de pilotos para a rb