Com as mudanças na estutura da Haas, é preciso sempre contra com a atenção da Andretti. A estrutura americana continua a trabalhar para entrar na F1, apesar dos vários obstáculos e a Haas pode ser a sua porta de entrada.
Com esta mudança, a Haas perde o seu líder, a sua alma e a equipa pode ressentir-se disso. Gunther Steiner não era a pessoa mais fácil do mundo, mas a equipa estava com ele. Há rumores que afirmam que Steiner não teve autorização para se despedir da equipa, que não gostou dessa atitude por parte das chefias. Resta saber se Ayao Komatsu tem o que é preciso para unir a equipa e encontrar o rumo que parece perdido.
Mas a Andretti está sempre em cima da mesa. Michael Andretti quer entrar na F1, apesar de ter o apoio de poucas equipas, e a compra da Haas seria a porta ideal. A Haas tem pouco para dar ao nível da estrutura, com uma sede modesta no Reino Unido, uma sede nos Estados Unidos, e um polo de desenvolvimento técnico em Maranello com o apoio da Ferrari. Olhando para os planos da Andretti toda essa estrutura faria pouco sentido, e não há muito que possam aproveitar. Mas, comprando a Haas, as vozes contra a sua entrada deixam de ter argumentos, pois o “bolo” (ou seja, o dinheiro) continuará a ser dividido apenas por dez. Veremos se esta mudança será o princípio do fim da caminha de Gene Haas na F1 (ele que nunca esteve muito presente), abrindo as portas a uma possível venda à Andretti (que já tentou comprar anteriormente a estrutura), ou se esta mudança leva a Haas para o caminho do sucesso, motivando mais o seu patrão.












