F1, Andreas Seidl: McLaren não vai lutar por vitórias com motor Mercedes em 2021

Por a 18 Outubro 2020 17:20

Na próxima temporada a McLaren vai deixar os motores Renault para equipar com os motores Mercedes. Após o Grande Prémio do Eifel, o chefe de equipa da McLaren, Andreas Seidl, falou sobre a próxima temporada.

«Precisamos de ser realistas e perceber que temos de continuar a evoluir como equipa, para darmos o próximo passo com o carro. As mudanças estão a chegar», afirmou Seidl.

Apesar da motorização da Mercedes, Seidl sabe que «o objetivo é claro e queremos estar em condições de dar boas lutas. Não há forma nenhuma desafiar os Mercedes em 2021», finalizou Seidl.

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11 comentários

  1. O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

    18 Outubro, 2020 at 18:36

    Não há forma de desafiar a Mercedes pelo campeonato, mas nas (poucas) corridas em que a equipa alemã não esteja bem, poderá “cair” alguma vitória para a McLaren…

    Cumprimentos

  2. Frenando_Afondo™

    18 Outubro, 2020 at 23:59

    Anda muita equipa a dormir para já terem passado tantos anos e mesmo assim nenhuma continua a ser consistente para desafiar a Mercedes… Motores já lá vão 7 anos, aerodinâmica 4… E nenhuma acerta? Ok… Não dêem corda aos sapatos não…

    • André Correia

      19 Outubro, 2020 at 4:52

      Nem será assim tão cedo que se vai dar a volta à situação, o segredo da Mercedes não é o motor, a Ferrari já teve o motor bastante mais potente e não mudou a situação, incomodou é certo mas nunca pôs em causa o domínio, o problema é que a Mercedes tem algum tipo de vantagem que ainda ninguém se lembrou de explorar, confesso que adorava que quando esta era acabasse a Mercedes viesse explicar onde tinha a sua vantagem, esta época parece que os RB a nível de chassi e aerodinâmica estão mais perto mas a diferença de motor Honda/Mercedes ainda é muita e não chega para assustar os Alemães.
      Cumprimentos
      Edit:só depois de publicar reparei que falei na RB em plural mas é singular só Verstappen chega perto.

      • 831AB0

        19 Outubro, 2020 at 10:05

        Gostei do seu comentário, mas quando diz que «a Ferrari já teve o motor bastante mais potente e não mudou a situação, incomodou é certo mas nunca pôs em causa o domínio» está a ir contra a ortodoxia do autosport.pt e de alguns comentaristas, segundo os quais o Vettel tinha o melhor carro de todos os tempos em 2017 e 2018 e deitou tudo a perder por ser um péssimo piloto que faz piões em cada duas curvas.
        Se continuar assim vai ter problemas com alguns comentaristas inflamados e ser bombardeado com pontos negativos, mesmo se disser que está a chover quando está uma chuva torrencial lá fora. «Quem me avisa…»

        • André Correia

          19 Outubro, 2020 at 13:27

          É assim de facto em 2018 Vettel teve carro para ter possibilidade de ser campeão teve a oportunidade de “Colocar pressão” em Hamilton e obrigar a Mercedes e Hamilton a cometer erros, oportunidades que foi desperdiçando (Hockenein e Baku a cabeça) quando não se está a liderar perde se a possibilidade de gerir os recursos e o campeonato e já está provado que quando Hamilton e a Mercedes estão mais pressionados erram como todos os outros não por falta de capacidade mas por se ter que ir para lá dos próprios limites e quando assim é o erro aparece mais facilmente.
          No global o carro da Mercedes sempre foi superior, acabava a perder em reta mas ia buscar tudo ou quase tudo em todo o tipo de curvas, entao nas lentas era por demais a vantagem dos Mercedes em relação aos Ferrari.

      • NOTEAM

        19 Outubro, 2020 at 12:03

        Em média a RB está mais lenta 0,7s do que na temporada passada, o que me leva a crer, que nem do ponto de vista do chassis, nem do motor, a RB/Honda fez um trabalho fantástico. A Mercedes, por sua vez, é ligeiramente mais rápida que no ano passado, não houve propriamente uma revolução, diria que refinaram o que já era muito bom. As rivais é que estranhamente andaram para trás, o caso de Ferrari é o mais chocante de todos!

        • André Correia

          19 Outubro, 2020 at 13:31

          Desconheço os valores e até acredito que a sua informação está correcta mas na verdade este ano vemos Max a meter se mais entre os Mercedes e ocasionalmente e devido a “manobras de box” passar os Mercedes, mesmo em qualificação está mais próximo, a sensação que dá para quem vê de fora é que estão bastante mais próximos não o suficiente mas mais próximos.
          Quanto a Ferrari a explicação é simples retirando a vantagem que tinham a nível de motor antes só perdiam em curvas agora perdem também em retas e isso deitou a cá para trás.
          Cumprimentos

          • NOTEAM

            19 Outubro, 2020 at 18:13

            Poderá ter essa sensação em alguns circuitos, mas em média, os RB estão mais lentos que o carro de 2019, fazem parte dos perdedores juntamente com a Ferrari e os restantes carros equipados com motores Ferrari, todos eles estão mais lentos. A Mercedes está cerca de 0,2s mais rápida em relação a 2019, mas os que mais recuperaram foram a Williams e a Renault. Estes são os dados que vi há algum tempo atrás, até admito que possa estar errado, já que nos dias que correm é cada vez mais complicado filtrar informação. A Ferrari perde cerca de 1,5s em relação ao ano passado, o que é absolutamente monstruoso! A RB vai reclamando alguma notoriedade devido ao factor Verstappen, veja o que faz o Albon! O piloto ainda faz a diferença na F1, por muito que muitos o tentem desvalorizar

      • jo baue

        19 Outubro, 2020 at 14:40

        André, o “segredo” da mercedes é simplesmente o seu poder político absoluto, que inclui por exemplo a vassalagem da Pirelli ( ha´q contentar o seu melhor cliente), e em 2ºlugar o nunca terem tido nenhum limite orçamental. Só assim avançaram, preparando-se com anos de antecedencia para esta era híbrida para a qual escreveram os regulamentos em conluio com a FIA do todt e os donos da F1. Mas, e nao menos importante, sabendo bem que qualquer tentativa de os alcançare por mérito e competencia teria como castigo cortar as pernas a esse seus adversários. é o caso da farsa dos tokens, veja-se o mais recente exemplo desta monumental trafulhice: a mercedes b/racing point poderá em 2011 copiar a traseira do actual W11 sem gastar 1 único token…
        E verás que no dia que só lhes restar lutar em igualdade com os outros concorrentes, lá irão voltar a dar de fosques.

  3. Paulo Brasil

    19 Outubro, 2020 at 10:35

    É um discurso coerente muitos já tentaram e não conseguiram a Mercedes tem uma solidez e um conjunto motor chassi impressionante… A ML tem que desenvolver o seu chassi e outros componentes e é muito dificil chegar á Mercedes, agora a ML tem condições de lutar com a RB e a Ferrari pelo pódios …

  4. André Correia

    19 Outubro, 2020 at 13:43

    A Mclaren não vai poder lutar por títulos porque as coisas não mudaram desde que tomou a decisão de deixar os motores Mercedes a 6 anos.
    A Mclaren deixou os motores Mercedes pois ja sabe que para ser campeã o desenvolvimento do chassie/motor como um conjunto único é fundamental e deixando de ser equipa “de fábrica” da Mercedes perde esse privilégio de trabalhar no motor de perto, e passa a ser apenas cliente e fica com uma solução “plug n play” não entra quer na parte de desenvolvimento quer em detalhes profundos sobre o motor etc.
    Se bem se lembram a novela RB/Renault começou quando os franceses voltaram a ter equipa de fábrica e deixaram de dar a RB esse privilégio, e a partir daí foi o choro de críticas que se ouviu por parte da marca Austríaca, a questão de se trabalhar de perto com a fábrica dos motores é uma vantagem colossal pois o mesmo pode ser “equilibrado” mediante as necessidades do chassie.
    Cumprimentos

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