F1: Alexander Wurz quer carros a fazer 450 km/h
Alexander Wurz acredita que a Fórmula 1 precisa de ser mais rápida para ser mais interessante para o público. O presidente da GPDA, a associação de pilotos da F1, tem feito campanha por maior segurança, mas quer, ao mesmo tempo, que as velocidades dos carros subam bastante, para valores em redor dos 450 km/h.
Mesmo com a maior procura por segurança melhorada, Wurz quer que as corridas sejam disputados ao limite em todos os aspetos, de modo a melhorar o espetáculo para os fãs. Nesse aspeto, o antigo piloto austríaco, que correu pela Benetton e Williams e venceu Le Mans duas vezes, pretende estabelecer a ideia que “os fãs precisam de ver as corridas e pensar que nunca poderiam fazer isto”.
Wurz quer que a tecnologia de segurança melhore o suficiente não só para atingir velocidades na ordem dos 450 km/h, mas também que sejam eliminadas as escapatórias de segurança, o que permitiria aos pilotos perceber melhor os limites de pista e tornaria a compreensão das corridas menos complicadas para os fãs.
O presidente da associação de pilotos continua a insistir no capítulo da segurança, sendo o principal defensor da introdução do halo como instrumento de segurança, avançando com a ideia que “se os carros forem mais rápidos, o diretor de corrida não vai precisar de se concentrar em cuidar dos pilotos”.
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Jabba
29 Dezembro, 2016 at 16:14
Finalmente alguém do meio, e na voz dos pilotos, que é muito importante, a dizer nu e cru uma das principais razões para a F1 ter perdido o encanto. É que mesmo não sendo verdade, dá a sensação que estes carros são fáceis de guiar, quando o que se pretende é que se vejam os pilotos como heróis. Não por bater e morrer constantemente, mas por termos a percepção que “domam as feras” e conseguem andar com elas no limite. Basta ver as antigas ultrapassagens com F1s atravessados (à Kart), que imortalizaram pilotos pelo que fizeram em pista, e não por terem morrido.
Fazendo uma analogia com o motoGp, apesar de achar a F1 mais competitiva, é incrível como hoje em dia abordam as travagens, à moda antiga, e dá mesmo a percepção ao longo da prova que vão ao ataque, óbviamente com alguma gestão, mas não o abuso que se vê hoje em dia na F1, em que parece bastar marcar tempos pré-estabelecidos ao longo das provas…
450km/h parece um absurdo, mas o conceito de F1 não será supostamente o de haver um crescendo de performance?
Se tivessem adoptado estas restrições aos regulamentos e a novas ideias que hoje se praticam há 50 anos, neste momento um F1 dava 230 km/h…
[email protected]
29 Dezembro, 2016 at 20:53
Se temos superdesportivos de estrada a ultrapassar e bem os 400km/h e já vimos os Grupo C de resistência a aproximarem-se disso então porque não alargar essas performances à F1?
Iceman07
29 Dezembro, 2016 at 22:38
Quanta mais velocidade melhor, mas chega de merdinhas de aerodinâmica. Queremos motores turbo perto dos 1400 cv como o motor BMW usado nos anos 80.
A41202813GMAIL
30 Dezembro, 2016 at 14:03
THIS pos IS NO LONGER AN F1 DRIVER.
WAS HE ASKING THE SAME WHEN HE WAS THERE ?
YOU FIRST – AFTER YOU, SIR.
GO, 44 !
Pity
30 Dezembro, 2016 at 14:07
Não me parece que o Wurz leia o Autosport pt, pelo que não precisa de comentar em inglês.
Danilo
30 Dezembro, 2016 at 16:58
A F1 sempre foi a top pela velocidade também né. Mas para ter graça, não só a questão da velocidade poderia mecher, mas também ou liberar a asa móvel para quem precisa de defender, ou acabar com ela de uma vez. Esses pneus que desfarelam em poucas voltas também poderiam ser banidos e ter pneus mais resistentes, como sempre foi antes da Pirelli