F1: Acordo da Concórdia será discutido “com as equipas muito, muito em breve”
O diretor executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, abordou a controvérsia em torno da candidatura da Andretti-Cadillac à grelhada da competição, afirmando que foram seguidos meticulosamente os devidos procedimentos na avaliação e subsequente rejeição do potencial concorrente. Domenicali justificou a decisão, esclarecendo os procedimentos rigorosos levados a cabo pelo organismo que lidera.
Em declarações dirigida aos analistas de Wall Street após a divulgação dos resultados financeiros da Fórmula 1 de 2023, Domenicali indicou que a avaliação da proposta da Andretti envolveu um exame exaustivo de vários factores, incluindo a viabilidade financeira, a infraestrutura da equipa e a adesão aos regulamentos estabelecidos, considerando ainda que a questão da entrada de uma 11ª equipa na grelha será motivo de discussão para o novo Acordo da Concórdia, a ser assinado entre os detentores dos direitos comerciais, a FIA e os atuais concorrentes.
“Será certamente um ponto relacionado com o Acordo da Concórdia”, explicou Domenicali. “É um ponto de um trabalho conjunto que tem de ser feito entre a FIA e a FOM no que diz respeito aos diferentes tipos de avaliação que precisamos de fazer. Por isso, penso que, em relação ao que aconteceu [com a Andretti Cadillac], penso que o processo foi seguido e apresentamos o resultado da forma correta. Para o futuro, é uma questão de discussão, claro, com as equipas, com a proposta comercial e técnica certa que será discutida em conformidade, durante este ano”.
Domenicali esclareceu que deverão começar a discutir a renovação do Acordo da Concórdia “com as equipas muito, muito em breve”. O responsável da Fórmula 1 salientou que na sua opinião e das equipas, o Acordo “não necessitará de alterações substanciais. Por isso, vamos começar muito, muito em breve. A prioridade é ter finalizado antes de terminar a época, falando sobre regulamentos e outras coisas que precisam ser resolvidas antes. Agora, estamos a aproximar-nos da altura em que vamos iniciar esta discussão”, concluiu.
Foto: Philippe NANCHINO/MPSA





F1 FOR FUN
29 Fevereiro, 2024 at 16:12
Vão assumir que não autorizam entradas de novas equipas? Fartava-me de rir se a Alpine, a Audi e Haas abandonassem a F1 e ninguém as comprasse ou então equipas que foram rejeitadas pela fia como a Pantera comprassem uma Alpine para a tornar numa Andrea Moda.