Caso Vettel/Hamilton: Fórmula 1 deve seguir em frente
Era quase certo que a FIA não iria impor um castigo maior a Sebastian Vettel, apesar do ter feito comparecer para explicar o que sucedeu em Baku, mas depois dos Comissários terem imposto a segunda penalização mais forte – a primeira teria sido excluído-lo da corrida apresentando-lhe bandeira preta – Jean Todt e a FIA não quiseram passar por cima da decisão dos Comissários do GP do Azerbaijão e por isso a pena ‘menor’ de realizar trabalho educacional em diversos eventos da entidade federativa, é um mal menor para o alemão.
Logicamente, fosse ela qual fosse a decisão haveria quem achasse bem e o contrário e na verdade há questões que não foram respondidas, mas simplesmente adiadas para ‘nova oportunidade’. Em primeiro lugar, Vettel só mudou a sua atitude assumindo que o que fez foi errado pedindo posteriormente desculpas quando se viu ‘apertado’ e em risco de ser novamente penalizado. A mensagem que passou é que um piloto “acha” que outro fez algo de errado, e “manda-lhe” com o carro para cima. Devagar é certo, mas mandou. Se isto voltar a acontecer, com outros intervenientes, desculpas também vão chegar?
Claramente os adeptos estão divididos quanto ao resultado deste caso, e não nos referimos aos que são adeptos de Vettel e Hamilton, e não conseguem ver para além disso. Compreendemos que a FIA tenha preferido que um caso destes pudesse colocar uma sombra sobre uma disputa que tem sido muito interessante e esse é um argumento que aceitamos totalmente, desde que Vettel fique mesmo com tolerância zero e que outros pilotos, caso prevariquem, tenham igualmente a oportunidade de pedir desculpa. O facto de Vettel já ter perdido nove os doze pontos possíveis na sua super licença não é por acaso e isso convém lembrar.
Por outro lado, o que vimos até aqui, dois pilotos a lutar diretamente pelas vitórias e a mostrarem publicamente um grande desportivismo, mesmo com declarações a referir o agrado que têm na luta em que estão envolvidos, ou seja muitos “beijinhos e abraços”, tudo isso acabou em Baku e o que vamos ver daqui para frente, acreditando que vão andar calmos porque sabem que a FIA está de olho neles, é difícil que daqui até ao fim do campeonato não voltem a existir razões de queixa de qualquer um dos lados contra o outro, e aí se vai ver como ficaram as coisas depois de Baku.
Não é preciso que os pilotos sejam amigos, é preciso é que se respeitem em pista e façam somente o que se espera deles, proporcionem grandes espetáculos em pista e deixem o resto de lado…
NOTA: Ontem o AutoSport publicou um artigo que posteriormente apagou, assim que se percebeu que quem escreveu o artigo não entendeu uma coisa muito importante. Lewis Hamilton não disse que tinha perdido o respeito pela FIA, simplesmente colocou um gosto num post duma rede social em que alguém tinha escrito isso. O que é totalmente diferente de lhe serem atribuídas essas palavras. Sendo verdade que as chancelou, porque colocou um ‘gosto’, não as disse. Essa é a verdade.
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MVM
5 Julho, 2017 at 10:05
Aplaudo a atitude do AS em retirar aquele artigo ultrajante – para o AS e para a inteligência dos leitores -, mas gostaria de perguntar se este facto vai ter repercussões e obrigar o AS a estar mais atento ao que publica. O que tenho visto, para além de um português tão mau que chega a ser embaraçoso ler certos artigos, é uma tendência preocupante para o bombástico e sensacionalista. Quando o AS utiliza títulos como «F1: Sebastian Vettel desculpou-se… e safou-se!», está, além do sensacionalismo implícito na própria sintaxe, a ser parcial e a violar o dever de rigor e isenção que recai sobre os jornalistas (artigo 14.º, n.º 1, al. a) do Estatuto do Jornalista, aprovado pela Lei n.º 1/99, de 1 de Janeiro). O resto da imprensa usou títulos para a notícia como, por exemplo, «FIA takes no further action on Vettel after full apology», mas o AS não resistiu a publicar um título do qual se pode depreender uma tomada de posição prévia perante o assunto. Comecei a ler o AS na forma de jornal em 1981 e, no fundo, não há muito de novo nesta atitude: nessa altura o Nelson Piquet era claramente o preferido e o Alan Jones era execrado. Houve sempre um preferido e um pária, mas, como referi, esta é uma marca do AS e, sinceramente, não é o mais grave. Muito pior é a tendência para o “clickbait” e para a insistente publicação de notícias baseadas no que não são mais que simples boatos. Talvez este “Barretogate” sirva para que os bons jornalistas do AS reflictam se é mesmo este o caminho que querem seguir. Estou certo que isto vai desencadear uma melhoria que será muito bem vinda.
Frenando_Afondo™
5 Julho, 2017 at 15:24
Concordo totalmente. Já chega de tanto clickbait e notícias sem confirmar a fonte. Para isso temos o Facebook.
Zé do Pipo
5 Julho, 2017 at 20:32
“Artigos” destinados, apenas e só, ao “clickbait”! Acho que foi em 1981 que o AS passou a custar 7$50, e tínhamos uma excelente alternativa semanal ao Automundo (quinzenal), mas as noticias e o jornalismo era outro, assim como a sociedade.
Os ânimos exaltados entre comentadores ainda mais ajuda ao intento do “clickbait”. É triste ver a intolerância que por aqui grassa, e por vezes o melhor a fazer é… estar calado… já fui!
NOTEAM
5 Julho, 2017 at 10:23
Ainda ontem no Tour( quem acompanha minimamente ciclismo sabe do que falo), um ciclista foi expulso da competição por ter dado uma cotovelada no adversário. O Vettel podia ter tido uma pena bem mais pesada e isso é evidente, mas escapou de boa. Como sempre defendi, acho que todos devem seguir em frente, apesar da atitude o Vettel ter sido feia e irresponsável, não colocou verdadeiramente em perigo a integridade física do adversário, isso para mim é o fundamental. Era capaz de entender uma penalização na grelha já na Austria, a sua exclusão já me parece demasiado. Contudo, é preciso perceber que esta situação não é assim tão fácil de julgar como parece, ser-se 100% justo é quase impossível.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
5 Julho, 2017 at 11:03
Muitíssimo bem escrito! A decisão que foi tomada no Tour foi um bom exemplo de como lidar com o anti-desportivismo, ao contrário do que fez a FIA.
Já agora dizer que isto é barrigadas de rir, ler aqui foristas que são dos mais facciosos e tendenciosos que existem, a acusarem a AS de imparcialidade apenas por o caso ser acerca do Vettel, é do mais baixo e degradante que pode haver… Cumprimentos
MVM
5 Julho, 2017 at 11:19
A sua contribuição neste espaço de comentários é a de um graxista. Limita-se a bajular quem tem opiniões semelhantes à sua, com o seu servil «muitíssimo bem escrito», e em insultar um ou dois outros comentaristas. Imagino que, no trabalho, é daqueles que passam o tempo a dar graxa ao chefe e a fazer queixinhas dos colegas para lhes passar a perna. É o seu tipo. «Baixo e degradante» não é o que eu escrevo: é o que você é. «Baixo e degradante», meu caro, é ser um verme bajulador, um boçal e um ordinário.
[email protected]
5 Julho, 2017 at 12:01
MVM a esses adjectivos pode juntar o vulgarmente conhecido “lambe-botas”.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
5 Julho, 2017 at 19:39
E o amigo “lambedor” conseguiu escrever isso tudo sozinho? Notável! Cumprimentos…
aguia25
5 Julho, 2017 at 15:25
Que tristeza de comentário senhor MVM.Fica-lhe tão mal.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
5 Julho, 2017 at 19:42
É uma tristeza que já é normalíssima vinda de quem vem. Ele só nunca fala de quando fez aquela “birra” publica em que anunciou o abandono (LOLOLOL) para depois cá vir cair outra vez… Acho que fica envergonhado! Cumprimentos
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
5 Julho, 2017 at 19:35
Apenas mais baixo e degradante que andar sempre a disparar contra o AS quando os artigos são desfavoráveis ao Vettel, é fazer uma “birrinha” publica, anunciar a toda a gente que vai abandonar os comentários no AS ofendendo os jornalistas, para depois cá voltar sem vergonha nenhuma e como se nada se tivesse passado…conhece alguém que tenha feito isso? Cumprimentos
MVM
5 Julho, 2017 at 22:56
Safa que é tapado! Ainda não percebeu que ninguém o leva a sério e que não tem qualquer tipo de credibilidade por aqui? Os pontos negativos não lhe dizem nada?
Jaguar R3
6 Julho, 2017 at 1:44
Este tipo de bate bocas estilo “vamos ver quem é o mais mauzão” só serve para descredibilizar o AS. Mas “prontos”.
LEL
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 Julho, 2017 at 12:00
LOL. Isso dos pontos é o que me preocupa mais…se você liga a isso ainda é mais pequenino do que eu pensava.
Eu estou a espera é do dia em decides ser homenzinho e pedes desculpas publicas ao AS em relação aquele post em que anunciaste a toda a gente que te ias embora daqui, ofendeste a redacção do AS, e depois voltaste sem pingo de vergonha.
Podias deixar de ser ordinário por um dia e ter uma atitude de homem para variar… Que tal? Cumprimentos
aguia25
5 Julho, 2017 at 15:16
Muitíssimo bem escrito senhor RPMS. Ciclismo a contrastar com a F1.
[email protected]
5 Julho, 2017 at 11:58
“Devagar é certo, mas mandou. Se isto voltar a acontecer, com outros intervenientes, desculpas também vão chegar?”, “…desde que Vettel fique mesmo com tolerância zero e que outros pilotos, caso prevariquem, tenham igualmente a oportunidade de pedir desculpa.” – Comentários imparciais?
“NOTA: Ontem o AutoSport publicou um artigo que posteriormente apagou, assim que se percebeu que quem escreveu o artigo não entendeu uma coisa muito importante. Lewis Hamilton não disse que tinha perdido o respeito pela FIA, simplesmente colocou um gosto num post duma rede social em que alguém tinha escrito isso. O que é totalmente diferente de lhe serem atribuídas essas palavras. Sendo verdade que as chancelou, porque colocou um ‘gosto’, não as disse. Essa é a verdade.” – Não as disse pois não, caro José Luis Abreu? Mas ao colocar um “gosto” mostrou que concorda totalmente com o que foi escrito, e ao concordar é como se fosse ele a escreve-las. Essa é que é a verdade.
Frenando_Afondo™
5 Julho, 2017 at 15:28
“…e ao concordar é como se fosse ele a escreve-las. Essa é que é a verdade”
É a SUA verdade, a SUA opinião. Hamilton não proferiu essas palavras e não é ao meter um “gosto” que “é como se fosse ele a escrevê-las”, isso é treta de anti para denegrir a imagem do piloto inglês. Ele não fez aquelas declarações, logo não se pode fazer notícias a atribuir tais declarações a ele.
Entendeu?
[email protected]
5 Julho, 2017 at 18:49
Se ele não concordasse com o que foi escrito não colocava lá o “gosto”. Isto é treta de anti? E você o que é? Não é anti-FERRARI? A julgar pelo que tem escrito sobre a FERRARI ou sobre quem quer que esteja ligado a ela, você odeia a FERRARI e tudo o que esteja ligado a ela. Mas pronto, os outros é que são anti-qualquer coisa, você e o seu ídolo são uns santos. Já eu não gosto nada do hamilton nem da sua forma de ser. Gosto de o ver perder para a FERRARI. e se por acaso ele vier a ser piloto FERRARI, vou continuar a não gostar dele, mas aí vou querer que ganhe apenas e só porque conduziria para a FERRARI. É que para mim a marca está muito acima dos pilotos. Mas você não é nada anti, pois não?
Sr. Dr. HHister
5 Julho, 2017 at 14:12
Era a Ferrari que devia ser banida da F1. Cambada de velhacos!
MVM
5 Julho, 2017 at 14:52
Não seja pusilânime, por favor 🙂
Sr. Dr. HHister
5 Julho, 2017 at 15:19
Aprendi uma palavra nova 🙂
[email protected]
5 Julho, 2017 at 18:51
E podia aprender muitas mais se, em vez de atacar constantemente a FERRARI com acusações já velhas e totalmente gastas, estudasse e aumentasse o seu vocabulário.
Sr. Dr. HHister
6 Julho, 2017 at 6:59
Crash, você não entende uma ironia e o burro sou eu?
Pedro Nogueira
5 Julho, 2017 at 14:33
Sem desejo de desculpabilizar o Vettel pela sua atitute, que não tem desculpa. Das duas uma, ou tava a dormir ou demasiado nervoso para cair que nem um patinho. Quem segue na frente comanda as velocidades do Safety Car.
Segue o video onde se pode avaliar que o Hamilton trava.. é um “ligeiro” toque no travão, mas não é desacelaração como muitos diziam… inclusivé o Autosport que “Traduziu” “Break-Test” para “qualquer uso de travão”… A FIA disse que não houve “break-test”, ou seja não houve uma travagem brusca, o que não significa que não houve qualquer uso de travão….
https://www.youtube.com/watch?v=McK56lTYqCk
Roger M
5 Julho, 2017 at 14:36
Deu-lhe o chamado “cheirinho” nos travões. Quando o Vettel que seguia na retaguarda ia com a sede toda ao pote. E ao ver a asa frontal danificada, passou-se dos carretos.
Roger M
5 Julho, 2017 at 14:40
Este caso até já enjoa…nem sei o que diga mais. Continuo a achar que este caso ainda é falado e remexido pois o Hamilton terminou atrás do Vettel, pois se tivesse vencido, já nem se falava deste caso. O Vettel com uma punição de perda de posições no próximo GP, também não tinha sido de admirar…mas se de facto a Fia optou por esta punição, veremos se o mesmo comportamento não se volta a verificar. Agora tentarem dar a entender que o Vettel agiu de forma racional e com o objectivo de fazer estragos massivos no carro do Hamilton, comparando ao que fez o Schumacher com o Hill…acho errado, pois um fez com um claro objectivo, já o outro, passou-se dos carretos quando viu a asa danificada e deu um chega para lá a refilar.
Roger M
5 Julho, 2017 at 14:47
Para quem critica tanto a punição e a acha demasiado leve, não se esqueçam que muitos dos abalroamentos que o Kimi sofreu, ou as gracinhas do Max nas primeiras curvas, como ultrapassar com o carro quase totalmente em cima do limitador e só duas rodas na pista, nem investigados foram. E ainda têm a lata de dizer que a Ferrari tem sido protegida. Quanto a este caso…continuo a achar que quem segue atrás do Safety car deveria evitar mudanças bruscas de velocidade, uma vez que poderão implicar num acidente, não esquecendo que poderiam haver Comissários em pista.
Pity
5 Julho, 2017 at 15:37
Não havia comissários em pista, visto que o safety car ia regressar às boxes nessa volta.
Roger M
5 Julho, 2017 at 16:03
Não estava apenas a falar deste caso…já são muitos mesmo. Enquanto não criarem algum tipo de regra, vão continuar a fazer aquelas manobras a ver se apanham o pelotão desprevenido e ganham distância. Mesmo depois do embate do Vettel, o Hamilton continuou a fazer o mesmo após a bandeira vermelha, a ver se o apanhava desprevenido.
Speedway
5 Julho, 2017 at 17:39
Todos sabemos que a igualdade no desporto é uma falácia. Em todos eles os mais fortes, mais poderosos ou com mais influências são favorecidas.Facto. E não tem nada a ver com o tamanho ou o poder económico ou politico dos países. Há países que sendo gigantes económicos, no lobby desportivo são anões. Vejam-se as arbitragens de Reais Madrids e Barcelonas etc. Portugal,por exemplo, é um pais que no futebol todo poderoso, têm um “peso” na UEFA muito importante, etc.
Ora no nosso querido desporto automóvel, a coisa também se passa assim, mas particularmente na F1, ultrapassa-se o que é aceitável, sendo historicamente a FIA mais influenciada pelos grandes construtores pelo poder que estes têm. Não devia ser assim mas é o mundo em que vivemos.
O caso da Ferrari é paradigmático, dado ser a mais antiga equipa que milita na disciplina, ter muitos adeptos, etc.
Contudo aqui não é só o árbitro que inclina um bocado o campo, como também, a lei não é igual para todos, e isso sim, é inédito,e não acontece em mais nenhum dos majors sports, tanto quanto eu sei.
A marca italiana recebe mais dinheiro que as outras, tem direito de veto sobre os regulamentos, se achar que vão contra os seus interesses, etc. E tudo isto é legal ! Alguém pode achar isto certo ? Eu acho que não.
Não é nada contra a Ferrari indústria, que fabrica carros fabulosos, é sim contra a Ferrari F1 e a sua maneira de estar no Desporto (que devia ter letra grande). Nos anos 80 do passado século, por exemplo, a Ferrari foi algumas vezes penalizada injustamente pela FIA (na minha opinião)! Isso hoje seria impossível.
É que há ganhar e ganhar.E nem tudo vale para atingir os fins, porque assim as vitórias são desvalorizadas e menosprezadas (apitos dourados ou E mails do automobilismo sem ofensa, alguèm quer isto também no nosso desporto ??? ).
Ninguém tira o papel fabuloso que a Ferrari teve e tem na História do automobilismo. E por isso mesmo é que custa assistirmos a cenas como estas, que só contribuem para criar suspeição, e acabam por ser publicidade negativa para a firma, e mau para um desporto que já não tem a saúde que teve noutros tempos.
Ganhar com classe custa. Não é para todos. Uma grande Ferrari seria a primeira a não querer esta “protecção”. Ganhar com classe e altivez! Assim seriam Grandes para TODOS e não só para os seus incondicionais. A pequena Ferrari agarra-se a tudo para ganhar custe o que custar e da maneira que for. São vitórias com letra algo pequena…porque a suspeição uma vez instalada, é o diabo para sair…da cabeça das pessoas! E isto não contribui nada para isso. Pelo contrário.
Podem-me dizer que o mundo está cheio de corrupção e jogos escuros, e aí eu que estou de acordo.
Ninguém gosta mais do automobilismo do que nós!
Era bom que nós nunca falássemos mais sobre isto!
dazer
5 Julho, 2017 at 17:55
Sim, porque a Ferrari tem ganho muitos títulos nos últimos 10 anos…
A Mercedes nos passados 3 anos ganhou títulos com muita “classe” também realmente… lol
Roger M
5 Julho, 2017 at 18:11
Lol…mas então can-am…o Max e o Bottas tem abalroado os Pilotos da “protegida” Ferrari e nada lhes acontece….fora outras situações como já não ganharem um campeonato à anos, e ainda vens com a conversa da protecção da Fia. A choradeira no ano passado era que o Rosberg era protegido e que a Mercedes andava a sabotar o carro do Hamilton. Alguém dúvida que este ano se lá estivesse o Rosberg ainda, os fanáticos (fãs é outra coisa), não perdiam tempo a dizer que a protecção de cabeça do Hamilton se tinha soltado por a equipa ter sabotado o carro.
Roger M
5 Julho, 2017 at 18:15
Podias ter resumido o longo texto à seguinte frase: “Odeio a Ferrari, são uns batoteiros protegidos pela Fia, e deviam ser banidos da F1”. Sinceramente ainda não entendi se és um fanático do Hamilton ou anti Ferrari, pois o ano passado o teu foco era atacar o Rosberg e a Mercedes, a dizer que sabotavam o carro do Hamilton.
ZeCambota
5 Julho, 2017 at 19:37
A verdade é que nem deviam ter feito a publicação mas fizeram. Agora vêm limpar o mau jornalismo, o sensacionalismo de que parecem padecer muitos jornalista hoje em dia. Não é melhor pensar duas vezes antes de “atacar” em força?
Rukyman
6 Julho, 2017 at 14:30
Hoje, escrevi na minha página do Facebook um comentário a propósito do anúncio de um filme sobre os 40 anos de Formula 1 para Sir Frank Williams. E num dado momento do texto, está este parágrafo:
“(…)Hoje e como tenho comentado com os meus amigos ainda fãs de Formula 1, para mim deixou de ter a mesma piada que tinha nesses tempos.
Muito dinheiro, muitos interesses e demasiada política. Os carros parecem consolas de play station e os pilotos, bem os pilotos são uns queixinhas e demasiado “chorinhas” como costumo dizer.(…)”
O rescaldo do caso Hamilton/Vettel não é mais do que o reflexo do que escrevi e justifica em parte o porquê do desencanto.
Gasta-se mais tempo com “fait divers” do que com a essência deste desporto magnífico.
A ideia com que fico e é valido para todos os quadrantes, desde os profissionais directamente ou indirectamente relacionados com o desporto, até ao fervoroso adepto tipo da Formula 1 actual, é que o que importa é ver sangue, não no sentido fisiológico da palavra, mas sim no sentido de que, desde que todos andem à lambada, a dar entrevistas a dizer mal uns dos outros e a fazer queixinhas, está tudo bem.
Parece que é isso que todos querem ver e ler!
Se a corrida foi espectacular, se houve ultrapassagens e lutas saudáveis em pista, isso parece não interessar.
Provavelmente aquela célebre luta entre Arnoux e Villeneuve em Dijon teria tido consequências negativas para algum dos dois se tivesse acontecido agora. Certamente um deles ou a equipa de um deles teria feito queixa, teria envolvido os media do seu país, mexeria todos os lobbies possíveis e imaginários para tirar algum proveito.
Naquele tempo, foi somente desporto puro e duro.
Já agora e só mesmo para finalizar, era bom que todos respeitassem as opiniões de cada um, porque pelo menos para mim, chega a ser hilariante, ler os comentários dos intervenientes destes espaços e logo de seguida vir alguém que só porque não está de acordo com a opinião do outro, desata a insultar.
É bom que todos entendam que só porque a opinião do outro não é partilhada por nós, isso não significa que ele nos está a insultar. Está somente a emitir a sua opinião!