Acordo da Concórdia não assinado é um enorme risco para a F1
Esta pandemia de coronavírus está a ter grandes efeitos no desporto mundial, em geral, sendo que na Fórmula 1 há um dado que pode fazer muita mossa na disciplina e tem a ver com o facto desta crise ter ocorrido antes das dez equipas terem aderido ao novo Acordo da Concórdia para 2021. Desta forma, passou a existir o risco dos construtores envolvidos poderem retirar-se como forma de poupar custos. Os acordos assinados preveem multas, mas se não forem renovados a F1 arrisca que as administrações tenham ali um ótimo ‘argumento’ onde poupar e sair da F1. Isto aplica-se especificamente à Mercedes e à Renault.
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Jo Picanço
29 Abril, 2020 at 19:34
Isto que vou dizer é só um desabafo mas fala—se tanto em poupar dinheiro e depois aparece equipas com orçamentos de 500 milhões para cima ?
Frenando_Afondo™
29 Abril, 2020 at 20:21
Então… Já ouviram falar em emails? PDF´s? Assinaturas digitais? Pronto, façam um novo acordo e assinem. ta-cham!
Pity
29 Abril, 2020 at 21:11
E reuniões por video-conferência…
jose melo
29 Abril, 2020 at 20:59
Este Acordo em cada renovação sempre foi complicado. E este é só mais um. E não se trata de poupanças. Trata-se de como sempre cada um olhar para os seus interesses independentemente de poupanças, pois na realidade cada um gasta o que pode. As multas sejam elas quais forem, em termos empresariais são sempre compensadoras e justificáveis. Qual é o problema para a Mercedes ou Renault (não sei porquê só estas, porque não se trata de marcas mas equipas) se tiverem de pagar X e nos anos seguintes vão poupar XXX? E não esquecer que a Ferrari não abdica do direito de veto.