Circuito, Autódromo – estas são duas das palavras porque é habitualmente designado. Institucionalmente, tal como refere a designação da empresa que o gere, é Circuito Estoril. No assento de batismo e durante longas décadas – em especial quando a F1 era visita habitual – foi hábito chamar-lhe Autódromo do Estoril.
Ou, para os mais puristas, Autódromo Fernanda Pires da Silva, em homenagem à dona da Autodril, empresa responsável pela sua gestão durante também longas décadas: desde que foi inaugurado, com pompa e uma delegação presidida pelo chefe do Governo de então, Marcello Caetano, a 16 de junho de 1972.
Hoje, está prestes a cumprir 50 anos – mas está bem e recomenda-se.
Como uma espécie de comemoração, o AutoSport vai, ao longo do ano, pedir a alguns dos muitos milhares que passaram pelo Circuito Estoril que contem as suas histórias lá passadas.
Não têm que ser pilotos, para se ser feliz, naquele complexo, não é imperativo ser piloto, embora ajude muito.











