F1: FIA esperava diferença entre equipas
A FIA reconheceu que esperava ver diferenças ainda algo vincadas entre as equipas do top 3 e as restantes. A nova regulamentação foi feita com o intuito de aproximar mais as equipas e tornar a F1 mais competitiva, mas isso apenas irá acontecer quando a performance das equipas convergir e não no começo de uma nova regulamentação.
A nova regulamentação técnica foi feita como nunca antes se viu na F1. Uma forma diferente de pensar e executar novas regras que foram pensadas especificamente para melhorar o espetáculo, permitindo lutas mais próximas em pista e maior competitividades. Ora em 2022 vimos a Ferrari e a Red Bull a começarem com vantagem face à concorrência, com a Mercedes a aproximar-se no final da época. Um cenário demasiado igual ao que tínhamos anteriormente. Mas a FIA e a F1 sabiam que isso poderia acontecer. Aliás, era o cenário mais provável. No começo de uma nova regulamentação, é normal que uma equipa acerte no conceito e outras falhem a sua abordagem, o que provoca clivagens. Mas essas diferenças tendencialmente vão desaparecer. Pelo menos é essa a visão otimista de Nikolas Tombazis, diretor técnico da FIA para os monolugares:
“Penso que, inicialmente, estava destinado que as equipas com melhores condições ou mais abastadas que se adaptassem melhor às regras. Mas penso que agora as pessoas já viram quais são as soluções, e é provável que estejam a adaptar-se para o próximo ano. Foi o resultado de ter sido o primeiro ano do regulamento. Apesar de ser o primeiro ano do regulamento, penso que as diferenças eram não eram grandes”, disse ele. “Se fosse o quinto ano, seria um pouco mais preocupante, mas foi o primeiro. Se olharmos para o primeiro ano de outros regulamentos, 2014 ou 2009, ou 1998, penso que estes primeiros anos tinham geralmente diferenças bastante grandes. Este ano tem sido muito menos do que isso”.
“Na época de 2009, que foi um novo conjunto de regulamentos, duas ou três equipas acertaram e as restantes tiveram dificuldades – mesmo algumas das grandes equipas. Portanto, penso que precisamos de mais uma época. Não tenho a certeza do que faremos se continuar assim, porque penso que pusemos uma série de iniciativas – o limite de custos, os carros e pistas em que tentámos ajudar, o formato das corridas. Tudo está agora afinado para tentar manter a integridade do desporto, mas aproximando-o mais. E temos as restrições de aerodinâmica, que dependem de onde se termina o campeonato. Estou otimista”.
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