Pedro Meireles/Mário Castro (SkodaFabia RS Rally2), terminaram no pódio do PR, no Rali das 6 Cidades Norte de Portugal depois de terem andado em grande parte do rali na quarta e quinta posições, na luta com José Pedro Fontes/Inês Ponte (Lancia Ypsilon HF Integrale Rally2), tendo conseguido passar para a frente no início da tarde do segundo dia, em Montim, numa luta que se estendeu até final, assegurando o pódio, o primeiro do ano.

Autosport: Pedro, pódio em casa, depois de uma excelente luta. A que é que sabe este pódio?
Pedro Meireles: “É bom. Acho que premiou o nosso andamento. Nós tivemos um bom ritmo logo desde o início do rali. Tivemos um problema com os furos: fizemos dois no dia de ontem, o que nos atrasou na classificação. Mas, pronto, hoje começamos a andar rápido, o Zé Pedro também, mas nós fizemos um forcing na última parte da tarde e surtiu efeito: conseguimos o terceiro lugar. Foi bom. Acho que era um pódio que já merecíamos há algum tempo, sobretudo pelo andamento que temos demonstrado nos ralis de terra. E, pronto, surgiu agora. Acho que é merecido para a nossa equipa e fico contente por estar cá. Basicamente, é isso.
AS: Já tinhas demonstrado bom ritmo, exatamente nos ralis de terra. O que é que vinha a faltar para materializar isso? Um bocadinho de sorte?
PM: “Um bocadinho de sorte e, às vezes, no rali, um bocadinho de consistência. Era rápido na maior parte dos troços, mas havia um ou dois em que as coisas não aconteciam. Também é fruto, se calhar, do foco que já não tenho para encarar as provas. Mas, pronto, enquanto puder cá andar com este espírito de andar… É uma coisa que eu gosto muito de fazer, dá muito gozo e, portanto, sempre que puder estarei cá, a tentar andar o melhor possível.
Acho que se nota que a rapidez ainda não se perdeu e, portanto, isso é bom. Às vezes, faz-nos bem sentir isso e vermos que ainda conseguimos andar lá na frente. Pronto, basicamente é isso. Estamos muito contentes.”
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