Max Verstappen reconheceu a necessidade de manter uma postura “realista” face às expectativas da equipa para o Grande Prémio de Itália, em Monza. O neerlandês chega a território italiano após ter abandonado a corrida de Zandvoort logo na primeira volta devido a um acidente, numa ronda em que o colega de equipa substituto Liam Lawson garantiu pontos com um sétimo lugar.
Gestão de treinos e complexidade técnica em Monza
Para além dos desafios competitivos, Max Verstappen vai ceder o monolugar na primeira sessão de treinos livres a Ayumu Iwasa, regressando apenas aos comandos no segundo treino livre. O tetracampeão mundial sublinhou que a prioridade passa por encontrar uma janela de afinação adequada para o carro, destacando a complexidade técnica associada à gestão de energia no traçado transalpino.
“Precisamos de ser realistas, onde estamos no momento como equipa e como estamos a render”, afirmou, acrescentando que a estrutura precisa primeiro de compreender o comportamento do carro antes de definir metas na hierarquia da prova.
Fazendo um balanço do desaire na sua ronda em casa, o piloto admitiu que o ritmo da equipa já se afigurava limitado ao longo de todo o fim de semana, mas preferiu destacar os momentos positivos e as vitórias alcançadas no passado perante os adeptos neerlandeses.
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