F1, James Vowles: “Não estou nada preocupado”
A Williams perdeu três dias de testes em Barcelona, o que, na teoria, coloca a equipa de Grove numa situação mais difícil comparada à das restantes equipas que, com mais ou menos voltas, têm agora uma visão mais aprofundada do que são as novas máquinas para 2026. No entanto, James Vowles não parece preocupadi.
O diretor de equipa da Williams minimizou a ausência da formação britânica no primeiro teste de pré-época, apesar de reconhecer que os atrasos na produção do novo carro impediram a recolha inicial de dados importantes sobre as novas unidades motrizes híbridas de 2026.
New season, new skin 🔥
Getting up close and personal with our 2026 livery 👀 pic.twitter.com/Lt0wJoJzEh
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsF1) February 3, 2026
A Williams foi a única equipa a falhar o ensaio espanhol, situação que Vowles admitiu ter representado um défice, sobretudo na compreensão da gestão de energia dos motores, agora com uma componente elétrica significativa. Ainda assim, o responsável sublinhou que parte substancial desse trabalho pode ser reproduzida através de simuladores avançados e que os seis dias restantes de testes no Bahrein deverão permitir recuperar terreno.
O dirigente explicou que os atrasos se deveram sobretudo à elevada complexidade do novo projeto, apontando soluções inovadoras na suspensão dianteira e reconhecendo que nem todos os departamentos evoluíram ao mesmo ritmo, algo que encara como parte de um processo de aprendizagem acelerado.
Getting a first glimpse 🔎
We’ve shared our FW48 livery with all of the team at Grove this morning, looking forward to sharing with all our fans at 1400 GMT today ⏰💙 pic.twitter.com/Kch3VZLkDC
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsF1) February 3, 2026
James Vowles falou aos meios de comunicação social e afirmou:
“Não estou nada preocupado. Falhámos alguma aprendizagem inicial sobre a gestão de energia, mas muito disso pode ser replicado no simulador quando se tem um modelo preciso da realidade.”
Sobre a complexidade do carro, acrescentou:
“O triângulo da suspensão dianteira é um desenho impressionante e está a empurrar os limites do que fizemos antes como empresa. Nem todas as áreas evoluíram ao mesmo ritmo e é isso que estamos a ver agora. Acredito no que chamo de falha inteligente. Aprende-se mais rápido com a dor que estamos a sentir agora do que se tivéssemos ido a Barcelona apenas para cumprir calendário. Há partes do carro que estão ao nível que permite vencer campeonatos, mas noutras ainda temos um longo caminho a percorrer. Isso não nos vai dar pódios nem vitórias.”
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