WRC, Hayden Paddon: “Sabia que seria difícil, mas foi muito mais do que esperava”

Por a 26 Janeiro 2026 16:44

Hayden Paddon e John Kennard cumpriram o objetivo principal no regresso ao Rallye Monte-Carlo: chegar ao fim e posicionar-se como opção estratégica caso algum dos colegas de equipa enfrentasse problemas. A dupla neozelandesa terminou a prova em 11º lugar da geral, após um fim de semana marcado pela aprendizagem em condições extremamente exigentes. Nunca a dupla tinha disputado em ‘Monte’ tão exigente e para estreia com o Rally1, foi a pior prova que podia enfrentar como estreia. Fez o que pode.

Prova marcada pela gestão de risco

Desde quinta e sexta-feira, Paddon e Kennard adotaram uma abordagem cautelosa, procurando manter um ritmo sólido e sem excessos, sempre com a missão de estar bem colocados para capitalizar eventuais contratempos de outros pilotos da Hyundai. No sábado, já tinham conseguido rodar tão alto quanto a sétima posição, sinal de boa progresso na adaptação ao Hyundai i20 N Rally1 e às particularidades do rali monegasco.

Erro na especial 12 condiciona resultado

A estratégia sofreu um revés na atribulada SS12 de sábado. Numa curva à direita, a dupla perdeu o controlo e rodou para fora da estrada, ficando presa na neve. O incidente provocou vários minutos de atraso enquanto tentavam regressar à estrada, comprometendo definitivamente a possibilidade de um resultado entre os dez primeiros.

Apesar do contratempo, Paddon e Kennard conseguiram recuperar o suficiente para concluir a prova, encerrando o rali no 11º posto, num fim de semana assumidamente de aprendizagem.

Condições mais difíceis do que o esperado

No balanço final, Paddon reconheceu que a prestação ficou aquém do ideal, mas destacou o cumprimento do objetivo principal: “Não classificaria este fim de semana como um trabalho brilhante, mas chegámos ao fim e esse era o nosso principal objetivo. Sabia que seria difícil e um grande processo de aprendizagem, mas as condições tornaram tudo muito mais difícil do que esperava”, admitiu o piloto.

Paddon sublinhou ainda o grau de exigência do rali: “Foi duro, especialmente em termos de condições, que foram 100% mais difíceis do que eu antecipava. Ainda assim, tivemos alguns bons parciais, por vezes a menos de um segundo dos nossos colegas de equipa, por isso há aspetos positivos a retirar, mas precisávamos de somar esse nível de performance de forma mais consistente ao longo do fim de semana.” Com a experiência acumulada em Monte-Carlo, a dupla neozelandesa parte agora com uma base mais sólida para as próximas provas do calendário do WRC.

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