Rally Constálica Viseu Dão Lafões candidato ao CPR, com regresso de troços míticos
A edição de 2025 do Rally Constálica Viseu Dão Lafões, que decorre de 5 a 7 de setembro, marca um momento decisivo para a competição e para o território que a acolhe. Foi oficialmente apresentada a candidatura ao Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), com o claro objetivo de elevar o evento a um novo patamar competitivo e promocional.
A cerimónia de apresentação decorreu com a presença de diversas personalidades institucionais, desportivas e empresariais, que reforçaram o valor estratégico e económico da prova para a região e para o panorama do desporto motorizado em Portugal.
Há muitas novidades da prova pontuável para o Campeonato Promo de Ralis, Campeonato Centro de Ralis, Campeonato Centro de Ralis 2RM, Taça de Portugal GT de Ralis, Clio Trophy Portugal e Promolafões Rali Cup by Castrol.
Joaquim José Neves, presidente do Gondomar Automóvel Sport, afirmou que “o rali é já uma marca do território do Interior Centro-Norte do país que agora se estende territorialmente com a entrada das Câmaras Municipais de Oliveira de Frades e de Castro Daire, os quais se juntam aos Municípios de Viseu e de Vouzela, com partida na Feira de São Mateus e o pódio na Alameda D. Duarte de Almeida, em Vouzela.
É um traçado que honra a tradição do nosso rali que, sendo candidato ao Campeonato de Portugal de Ralis, vamos reativar lendárias especiais de classificação, tais como Moledo (11,25 km), em Castro Daire; Farminhão/Torredeita (8,15 km), em Viseu; Ladário (6,65 km), em Oliveira de Frades”. Estas especiais juntam-se, naturalmente, aos míticos troços da Penoita (8,65 km), Senhora do Castelo (7,05 km) e a super-especial (2,85 km), todas em Vouzela, mas este ano percorridas de forma inversa, tornando este rali numa prova desenhada com formato totalmente novo”, acrescentou o dirigente desportivo.

PROGRAMA
Sexta-feira (5 de setembro)
- 20h00 – Partida da Feira de S. Mateus (Viseu)
- 22h00 – Parque Fechado (Viseu)
Sábado (6 de setembro)
- 08h00 – Shahedown (Viseu)
- 15h13 – 1-ª PEC – Moledo 1 (Castro Daire – 11,25 km)
- Reagrupamento – Termas do Carvalhal (Castro Daire)
- 16h49 – 2.ª PEC – Moledo 2 (Castro Daire – 11,25 km)
- 18h02 – 3.ª PEC – Farminhão/Torredeita 1 (Viseu – 8,15 km)
- Reagrupamento – Estação de Comboio (Figueiredo)
- 19h33 – 4.ª PEC – Farminhão/Torredeita 2 (Viseu – 8,15 km)
- Assistência – Constálica (Vouzela)
- 21h15 – 5.ª PEC(A) – Super-especial (Vouzela – 2,85 km)
- 21h32 – 5.ª PEC(B) – Super-especial (Vouzela – 2,85 km)
Domingo (7 de setembro)
- 11h01 – 7.ª PEC – Ladário (Oliveira de Frades – 6,65 km)
- 11h44 – 8.ª PEC – Penoita (Vouzela – 8,65 km)
- 12h11 – 9.ª PEC – Senhora do Castelo (Vouzela – 7,05 km)
- Parque de Assistência – Constálica (Vouzela)
- Reagrupamento (Oliveira de Frades)
- 14h15 – 10.ª PEC – Ladário (Oliveira de Frades – 6,65 km)
- 14h58 – 11.ª PEC – Penoita (Vouzela – 8,65 km)
- 15h25 – 12.ª PEC – Senhora do Castelo (Vouzela – 7,05 km)
- 16h35 – Pódio – Alameda D. Duarte de Almeida (Vouzela)

Pedro Dias (Secretário de Estado do Desporto) destacou a visão e a estratégia por detrás da prova:
“O que os quatro autarcas estão a fazer está absolutamente alinhado com os desígnios do Governo, ou seja, precisamos muito de ter visão, ter estratégia, mas ter também a capacidade de otimizar os parcos meios e recursos que temos. Esta é uma marca com 12 edições, construída com visão, mérito e otimização de meios. O Rally Constálica Viseu Dão Lafões tem todos os ingredientes para integrar o Campeonato de Portugal de Ralis.”
Para Sérgio Matos (CEO da Constálica), “chegou o momento do desafio seguinte. A cada edição, superámos as expectativas. Mas, como no mundo empresarial, estagnar não é opção. A candidatura ao CPR é uma evolução natural e temos a certeza de que esta prova reúne todas as condições para esse salto qualitativo.”
José Correia (Diretor da Promolafões) mostrou otimismo quanto ao rumo da prova que pretende dar um passo importante. “A nossa candidatura é fruto de uma certeza: é sempre possível fazer mais e melhor. O nosso compromisso é proporcionar uma prova mais exigente e emocionante para pilotos, equipas e público.”

Quanto aos presidentes das câmaras envolvidos, Paulo Almeida (Castro Daire) destacou o rali como motor de desenvolvimento económico e turístico, associando-o à valorização das Termas do Carvalhal, enquanto João Valério (Oliveira de Frades) salientou a ligação entre desporto, turismo e gastronomia, e o orgulho no regresso de troços míticos. Já Carlos Oliveira (Vouzela) realçou o impacto económico e social do rali, defendendo a sua valorização como ferramenta de marketing territorial. Por fim, Fernando Ruas (Viseu) defendeu o rali como instrumento de desenvolvimento regional e apelou à participação de mais municípios no futuro.
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