Kris Meeke chega à derradeira prova do ano com cinco triunfos em sete ralis, perdeu na Madeira a liderança do campeonato após dois resultados abaixo das expetativas derivados de contratempos mecânicos, o piloto tem quase o dobro de classificativas ganhas (46) que o somatório dos restantes adversários, liderou os ralis em 73% do tempo. Um domínio quase avassalador, apenas ‘incomodado’ pela fiabilidade.
E o Team Hyundai Portugal chega novamente ao Rali Vidreiro com a hipótese de ver um seu piloto alcançar o triunfo no campeonato. O ano passado concretizou-o com Ricardo Teodósio, este ano quer repetir o feito com Kris Meeke, que chega à última prova na liderança do CPR com uma vantagem de 18 pontos face ao seu rival mais direto e, em condições normais, nem sequer necessitará de vencer para garantir o título.
“Será um rali complicado, em face das condições atmosféricas que se fazem sentir. Vamos encontrar, como no ano passado, as estradas com zonas húmidas e sujas alternando com outras mais secas. Enfim, será um grande desafio, mas sem dúvida que o nosso grande objetivo é assegurar a conquista do campeonato.” assegura Kris Meeke.
Ricardo Teodósio, o campeão nacional em título, depois de uma época marcada por diversos contratempos que o impossibilitaram de defender o título, chega à jornada de encerramento da temporada na terceira posição do CPR: “Ambiciono concluir a época em alta, depois de o campeonato não me ter corrido tão bem quanto desejava, e isso significa que alinharei neste Rali Vidreiro com o pensamento na discussão da vitória. Vou, como sempre, dar o máximo para conseguir o melhor resultado possível, até porque também quero manter o terceiro lugar no CPR”, afirmou o piloto algarvio.










