Grégoire Munster e William Creighton também ganharam experiência considerável neste Rali da Suécia onde chegaram apenas com uma participação anterior, e aos comandos de um Rally3, pelo que as referências eram muito poucas quando se tinha de guiar um Rally1. Por isso, o piloto luxemburguês foi muito cauteloso e determinado durante o fim de semana na Suécia. Ainda assim, com um erro ou outro pois enfrentou níveis de aderência muito baixos e algumas das condições mais difíceis que já experimentou. Infelizmente, perdendo tempo no início da PEC4 após uma delaminação dos pneus, seguida por uma complicada troca de roda em temperaturas abaixo de zero, Munster terminou o 1º dia em 10º no geral.
O sábado foi um dia quase tranquilo para o piloto luxemburguês,que num dos troços ficaram presos num banco de neve, mas tiraram o carro da neve e terminaram o rali depois de cair para o 28º lugar da geral. Munster voltou no domingo, recuperou cinco posições e terminou o fim de semana em 23º lugar geral, com uma quantidade significativa de novos conhecimentos e histórias para levar para casa: “Aprendemos muito aqui na Suécia e melhoramos ao longo do fim de semana. As margens por quilómetro foram ficando cada vez menores, e esse era o objetivo. Infelizmente cometemos um erro no sábado à noite, mas ficar preso num banco de neve faz parte da experiência do Rali da Suécia! Penso que todos os pilotos que participaram no rali tiveram essa experiência alguma vez. Foi uma pena, pois dá trabalho extra aos mecânicos, mas eles consertaram tudo para que pudesse voltar no domingo e nos dar ainda mais experiência, o que estou muito feliz por ter tido”, disse Grégoire Munster.












