Gregoire Munster teve um fim de semana atribulado no Chile, enquanto se adaptava a uma nova realidade com os Rally1, os carros de ralis mais potentes da história do WRC. Depois de manter um estável sétimo lugar da geral durante grande parte do rali, o carro número 13 acabou por terminar em 13º lugar da geral, depois de perder mais de oito minutos na última especial de sábado. O piloto luxemburguês regressará com a equipa para o Rali da Europa Central no final de outubro: “Se tivermos em conta tudo o que aconteceu, refiro-me ao cadernos de notas que ficou no hotel, à delaminação dos pneus, a uma pequena saída de estrada e aos problemas de travões dianteiros. Não foi fácil, talvez tenhamos de mudar o número do carro para o Rali da Europa Central. Em geral, tudo o que aconteceu, aconteceu por uma razão.
Penso que foi uma boa aprendizagem da nossa parte e conseguimos resolver todos os problemas que tínhamos. Fomos os primeiros na estrada durante dois dias a limpar a etapa e isso é algo que nunca tinha feito antes num carro de Rally2.
Foi uma coisa boa que aprendemos, porque toda a potência que temos de tentar transformar em tração aqui é muito difícil, porque de um lado há muito pouca aderência e depois também é muito exigente para os pneus”, disse Gregoire Munster, 13º no Rali do Chile.










