O projeto Glickenhaus é daqueles que deve ser destacado. Uma iniciativa privada que pretende derrotar as grandes marcas, com argumentos diferentes. Mas o regresso à competição da equipa americana não correu da melhor forma.
Sem qualquer teste feito durante o defeso, a Glickenhaus chegou a Sebring para fazer o melhor possível. Evitou o último lugar na qualificação, ficando a mais de 4 segundos da pole e na corrida, um problema terminal levou ao fim da participação 62 voltas depois do arranque (depois de já terem evidenciado dificuldades antes). É um projeto quase romântico, de tentar fazer o que se fazia no passado, mas o mundo mudou e a Glickenhaus, apesar de ter prometido um carro competitivo, apenas mostrou alguns laivos. Ao facto de não poder correr no IMSA (organização mantém-se irredutível e a marca tem de produzir 2500 veículos por ano) tem prejudicado a entrada de novos parceiros no projeto que poderá terminar em breve se nada for feito.










