O Ferrari F1-75 voltou a mostrar ser muito frágil na gestão dos pneus durante a curta corrida do Grande Prémio do Japão. Charles Leclerc tentou acompanhar Max Verstappen quando o Safety Car saiu de pista, depois de ter feito um melhor arranque do que o adversário na partida, sem conseguir beneficiar disso, mas após algumas voltas o seu andamento era claramente mais lento do que Verstappen.
O piloto da Ferrari explicou que “a partir da volta 5 até ao fim foi sempre a piorar. Tive muitas dificuldades com os pneus, tal como na corrida anterior. Conseguimos aquecer bem os pneus e passado três ou quatro voltas começam a desgastar bastante”.
Leclerc, que comprovou ter uma relação com Max Verstappen muito diferente do que aconteceu no ano passado com Lewis Hamilton, quis dar os “parabéns ao Max pelo seu segundo campeonato”, acrescentado que “vamos continuar focados até ao fim. Claramente foi frustrante hoje, não tive ritmo depois de 4 voltas”.
O principal adversário de Verstappen à revalidação do título mundial, salientou que “o título do Max este ano era apenas uma questão de tempo. Esperávamos que vencesse, mas queremos usar as últimas corridas para melhorarmos como equipa e temos a esperança de o desafiar mais no próximo ano”.
Com o resultado no Japão, Leclerc perdeu o segundo posto no campeonato, por isso o objetivo deve passar por recuperar essa posição perdida para Pérez em Suzuka.











Nível humano supremo. Realmente não é só a quantidade de títulos que fazem um piloto ser grande ou não. Há outras razões bem maiores que o comprovam.
O Leclerc é um digníssimo derrotado.
Não teve armas para fazer mais, fica a nítida sensação de fez tudo o que estava ao seu alcance para mudar a história do campeonato.
A sua performance em qualificação foi um prazer ao longo de todo o ano, teve momentos realmente muito acima da média, mas encontrou do outro lado um talento igualmente raro.
Que esteja na luta novamente para o ano, de preferência mais próximo ainda.