Sébastien Loeb reiterou o potencial que acha ter o Ford Puma Rally1 da M-Sport, isto apesar do que lhe sucedeu no Rali da Grécia e que o levou a mais um abandono, o terceiro abandono em quatro ralis para o francês.
Tudo começou bem, com a vitória no Rallye Monte-Carlo, em Portugal um acidente no início da Lousã levou ao abandono, no Rali Safari foi uma falha elétrica, mas apesar da alta percentagem de desilusões, Loeb destaca o potencial do Puma e explicou que não estaria a competir se não acreditasse que o carro era capaz de vencer: “Eu disse-o desde o início”, explicou Loeb. “Sinto-me muito bem no carro e penso que tem potencial. Gosto de o conduzir, gosto muito do carro, e acho que se adequa ao meu estilo de condução. Estou feliz com o carro e não me queixo em nada. Quando parei com a Hyundai [em 2020], não pensei realmente que voltaria. Mas tive outra oportunidade e gostei do carro desde o primeiro teste que fiz, por isso decidi experimentá-lo em competição.
“Penso que todos os carros podem ganhar, é tudo muito equilibrado entre todos eles. O Puma motiva-me a fazer alguns ralis porque me sinto bem nele, só precisamos de ser capazes de terminar os ralis.
O WRC é muito exigente com todos os preparativos e, se o faço, é porque estou motivado para o fazer. Na verdade, penso que não temos tido sorte, mas tenho liderado todos os ralis que tenho feito. Para mim, voltar alguns anos mais tarde e poder liderar todos estes ralis não é assim tão mau”, disse.
Com três provas pela frente, ainda está por confirmar se voltaremos a ver Loeb antes do final da temporada. O ‘velho’ adversário, Sébastien Ogier, com quem Loeb lutou em Monte-Carlo, vai guiar de novo o Toyota GR Yaris na Nova Zelândia, no final deste mês.










