Para a primeira visita a Gidá, o 34º país a receber um Grande Prémio de Fórmula 1, a Pirelli selecionou os pneus intermédios da sua gama: o C2 como pneus duros, o C3 como pneus médios e o C4 como pneus macios. Esta é a seleção da Pirelli mais frequente este ano. Uma vez que a pista da Arábia Saudita só agora foi concluída, o fornecedor oficial de pneus da Fórmula 1 tem poucos dados com que trabalhar. Os dados e simulações existentes das equipas sugeriram que os três compostos médios da gama são a melhor opção e devem estar bem adaptados às exigências do rápido e fluido circuito citadino.
Espera-se uma velocidade média de mais de 250 km/h tendo em conta o trabalho de simulação, ficando apenas atrás de Monza no calendário deste ano. Das 27 curvas que compõem o circuito, uma das curvas mais exigentes deverá ser a curva 13: uma curva à esquerda com 12 graus de banking que deve colocar forças g elevadas sobre os pneus. Gidá tem mais curvas do que qualquer outra pista no calendário, o que manterá os pneus sob constante pressão, para além de que muitas zonas são bastante estreitas e com muros muito próximos, aumentando a probabilidade de Safety Car.
As três últimas corridas do ano, realizam-se todas à noite, significando que a temperatura da pista é mais baixa que a primeira e a terceira sessões de treinos livres, que ocorrem antes do pôr do sol. Os pilotos podem esperar uma pista escorregadia e ‘verde’ no início do fim de semana, já que não tem borracha no asfalto. A Fórmula 2 e uma competição Porsche servirão como eventos de apoio, o que irá ajudar na evolução das condições de aderência da pista.













