Costuma dizer-se que o canteiro tantas vezes vai à fonte, que uma vez parte-se e foi mais ou menos o que sucedeu no Rali Barum Zlin em que tivemos um jovem piloto, Erik Cais (Ford Fiesta R5 MkII) que ‘torrou’ por completo o juízo a Jan Kopecky (Škoda Fabia Rally2) ao ponto de chegar à última classificativa com 20.2s de avanço para o veterano compatriota, onde a diferença entre a maturidade de um jovem e de um veterano veio ao cimo, pois Erik Cais despistou-se no último troço e perdeu um rali, que se preparava para vencer duma forma soberba.
Os ralis são assim mesmo, não foi a primeira nem há-de ser a última vez que algo semelhante sucede, mas é quase caso para dizer, “como é que é possível?” Cais e o seu navegador, ficaram ilesos, mas visivelmente (naturalmente) perturbados, depois de terem estado tão perto da sua primeira vitória no ERC. Provavelmente, aprenderam a maior lição desportiva das suas vidas.
Andreas Mikkelsen herdou o segundo lugar e assumir a liderança do Europeu de Ralis face a Alexey Lukyanuk. Filip Mareš completou o pódio.
Tibor Érdi Jr. venceu o ERC2, Pep Bassas assegurou o triunfo no ERC3, Ken Torn triunfou no ERC Junior com Jean-Baptiste Franceschi a ripostar para vencer o ERC3 Junior. Dariusz Poloński ficou em primeiro lugar na Taça de Rali de Abarth, enquanto Andreas Mabellini reclamou o Troféu Clio Toksport WRT.
Quando possível, publicaremos uma extensa reportagem sobre a prova.








