São quatro corridas consecutivas a pontuar para Esteban Ocon. Numa altura em que muito se fala de mercado de pilotos e de como pode afetar o jovem piloto francês, a pressão para a Alpine conseguir melhores resultados aumenta. E para Ocon, o que lhe falta é conhecer melhor o carro.
Esteban Ocon já explicou que não negociará diretamente com a Alpine um novo contrato e deixará para o seu agente essa negociação, concentrando-se no aumento de confiança no A521.
“Deixei o Mónaco razoavelmente satisfeito. Pontuamos 4 vezes consecutivas e queremos manter. O Mónaco sublinhou algumas áreas que precisamos de melhorar. Esperávamos ser mais competitivos do que aquilo que alcançámos, por isso vamos para Baku com o objetivo de nos colocarmos mais dentro dos dez primeiros. Não vou a Baku há um par de anos e, tal como no fim-de-semana passado, vou aumentar a minha confiança no carro através das sessões de treino.”
Para Ocon, Baku não podia ser mais diferente do Mónaco, mesmo tratando-se de dois circuito citadinos.
“Gosto de correr em Baku. É um circuito muito invulgar onde, como já vimos no passado, tudo pode acontecer. É um traçado interessante com as longas retas, seguido de algumas curvas muito desafiantes e muito espaçadas no sector dois. Passamos de um circuito citadino no Mónaco, onde numa volta curta é difícil de ultrapassar, para Baku, outro circuito de citadino, que é quase oposto, pois é longo, com muitos pontos de ultrapassagem. O ambiente nestes circuitos citadino é sempre ótimo. Tudo parece muito próximo da pista e pode sentir-se ainda mais a sensação de velocidade.”













