Pedro Silva é um jovem piloto que disputa o Campeonato Centro de Ralis ao lado de Nuno Rodrigues da Silva, e que este ano vai trocar o Peugeot 206 com que foi segundo nos 2WD o ano passado
Numa altura em que foram publicados os regulamentos desportivos e técnicos da competição, Pedro Silva é de opinião que “Depois de um ano atípico, os regulamentos saíram com poucas alterações e fazem sentido. Concordo com as viaturas de RGT, R5 não possam pontuar para os campeonatos regionais. São carros bastante atuais para a realidade dos regionais. Para terem mais destaque e competitividade já existem os Evo, Subaru, Proto, R2, e todos os outros carros que marcaram várias décadas dos ralis” começou por dizer, referindo-se depois ao calendário da sua competição, o Campeonato Centro de Ralis: “penso que deveriam ser oito provas e pontuarem as seis melhores. A presença de provas na caravana do CPR, acho que deverá acabar, mas não este ano, visto que este ano poderá ainda haver dificuldade de organizar provas. De qualquer forma, defendo que mesmo este ano não deveriam estar três provas do CCR junto com o CPR, no máximo deveriam ser duas, Isto na minha opinião claro”, disse.
Por fim, Pedro Silva entende que os “campeonatos regionais devia ter um caderno de encargos para transmissões televisivas. Reportagens, tal como o CPR tem. Mesmo que com menos minutos, mas que haja destaque para os concorrentes dos regionais poderem divulgar os seus sponsors. Porque, quer queiram ou não, os regionais são os campeonatos que têm mais inscritos e que têm maior variedade de carros. A essência dos ralis e o que fazem as populações ficar ligadas aos ralis são muitas vezes os campeonatos regionais, tal como o antigo Open de Ralis”, concluiu.










