Em artigo que pode ler em separado (CLIQUE AQUI) o Team Hyundai Portugal insurgiu-se contra o facto da FPAK ter decidido terminar a época do CPR sem falar com os pilotos, e justifica a atitude, em declarações ao AutoSport: “Infelizmente a FPAK não teve alternativa no que diz respeito ao término antecipado do Campeonato de Portugal de Ralis. Que fique a certeza de que tudo fez para que a última prova se realizasse. Mas, como todos sabemos, decidir se há provas ou não, nesta fase da pandemia é da responsabilidade das Autoridades de Saúde. A FPAK assim como os clubes organizadores têm de acatar as decisões, quer se concorde com elas ou não.
O Rallye Casinos do Algarve estava agendado para novembro, fomos forçados a adiamentos e marcámos a prova para o limite possível em dezembro. Infelizmente não teve o aval o DGS.
A FPAK e o Clube Automóvel do Algarve não tinham outra data possível no decorrer do ano 2020 para organizar a prova, já que os últimos dois fins-de-semana de dezembro estão alocados ao Natal e da Passagem do Ano. E para além disso, mais uma vez, estaríamos sujeitos ao aval das autoridades de saúde.
Quando no início da pandemia referi que poderíamos, em casos excecionais, adiar as provas de 2020 para janeiro de 2021, todos os pilotos e equipas do Campeonato Portugal de Ralis se mostraram contra, invocando uma série de razões que acatei. Assim, não consigo perceber, como nesta altura do ano, conseguiríamos encontrar uma nova data, que não fosse, eventualmente em janeiro. Para além disso, era impossível, na sexta-feira à tarde quando fomos informados da decisão da DGS, falar com os cerca de 70 inscritos na prova, dando conta da decisão. Tivemos de agir.
Relembro ainda que o término antecipado dos Campeonatos, aconteceu não só com os ralis mas como noutras modalidades. Este foi um ano muito difícil, atípico onde fomos forçados a trabalhar dia a dia sem saber o que viria no dia seguinte. Entendo o descontentamento, que é meu também, mas para o qual não há solução”, disse Ni Amorim.










