Elfyn Evans estava a fazer um rali muito consistente, perseguindo Sébastien Ogier bem de perto, controlando o seu, e o andamento dos seus adversários a um ritmo alto, mas com o tipo de piso que as equipas apanharam na PE11, com muita neve e algum gelo na estrada, ao melhor estilo do Rali de Monte Carlo, as armadilhas estavam ao virar da esquina para todos e foi Evans que lá caiu. Naquela curva, a dupla tornou-se ‘passageira’ do seu Toyota Yaris WRC e a queda no buraco foi inevitável. Faltavam menos de dois quilómetros para o fim da especial: “A neve tinha piorado um pouco naquela zona, mas ainda assim a aderência não estava a ser má de todo. Chegámos a uma ligeira curva à direita com uma travagem curta e a superfície do asfalto mudou repentinamente. Quando travei, era como vidro e não havia qualquer hipótese de abrandarmos. Apanhou-me completamente de surpresa, mas acho que é assim que as coisas funcionam. Lamento pela equipa, pois com a saída também reduzimos as esperanças de título nos construtores. Houve uma rápida mudança de aderência na superfície por baixo da neve, tínhamo-la nas notas, mas não antecipámos uma mudança tão grande.” disse um desolado Evans. Também Tommi Mäkinen estava quase sem palavras: “É uma loucura, condições loucas. Ele lidou muito bem com a pressão, fez um esforço incrível. Talvez tenha ido um pouco rápido demais, talvez mas é muito difícil compreender qual é a velocidade correta quando se está a rodar em troços tão difíceis”, disse Makinen.









