já é habitual. Lewis Hamilton vai ‘perdendo’ os treinos livres, não é o mais rápido mesmo nas primeiras fases da qualificação, mas quando chega o momento da verdade, está quase empre ‘lá’. Como ele faz isso, será que tem algum segredo? “Eu não tenho nada a esconder, não retenho nada. Estou constantemente… Nunca senti pessoalmente que isso tenha funcionado. Lembro-me de quando era mais novo, e em categorias inferiores algumas pessoas tentavam fazer isso. Lembro-me de experimentar quando estava na Fórmula 3, ou algo do género, e nunca acabou bem, por isso nunca foi algo que fizesse parte da minha filosofia. É como construir uma parede; coloca-se um tijolo, o seguinte, o seguinte e continua-se a melhorar ao longo de todo o processo e há muito trabalho que fica em segundo plano, tentando afinar, obter o ajuste perfeito para os travões e a diferença e como se ataca cada curva. Não é fácil, por isso tenho estado a forçar durante todo o fim-de-semana. Geralmente penso que tenho guiado muito bem durante todo o fim-de-semana. Tenho estado muito contente com as minhas atuações através dos treinos, mas o Valtteri (Bottas) sempre esteve no topo e por isso tive mesmo de continuar a cavar e continuar a acreditar que eventualmente poderia chegar lá. Sim, atravessar a linha e conseguir a pole foi uma grande sensação, porque tive mesmo de trabalhar para isso…”











