Está a aproximar-se o prazo em que se vai ficar a saber se o Rali da Finlândia se realiza na data prevista e quase por arrasto, como poderá ser o calendário do WRC em 2020. É incerto ainda que a competição recomece na Finlândia no início de agosto, sendo também certo que há que disputar pelo menos mais quatro ralis para se poder haver um Campeão do Mundo. Tal como Sébastien Ogier disse recentemente não faz sentido ser Campeão com apenas três provas: “Temos que fazer o máximo de ralis possível, mas três é pouco. Vai ser igual para todos, e se fizermos sete ou oito é melhor que nada. Já se sabe é que não vai ser uma época normal”, disse o francês, atual líder do Mundial de Ralis.
É provável disputar pelo menos quatro dos seis ralis que faltam, e pelo que se percebe, depois de definitivamente cancelados os ralis de Portugal, Safari, adiados os ralis da Argentina e Itália (dificilmente se realizarão), sobram Finlândia, Nova Zelândia, Turquia, Alemanha, Grã-Bretanha e Japão e neste contexto não é muito difícil de perceber que os ralis que se vão disputar serão a Finlândia (resta saber em que data), Turquia, Alemanha e Grã-Bretanha. A única dúvida aqui é o Japão, mas quando se ouviu as equipas dizer que não há muito dinheiro para longas deslocações, é só somar dois mais dois…
A questão aqui serão as datas: “Quando surgirem as primeiras decisões tudo terá uma espécie de efeito dominó”, disse Oliver Ciesla que acrescentou: “Com os dados que temos agora é difícil projetar. Temos que saber se nos é permitido sair dos nossos países, se nos é permitido viajar para os países anfitriões, tudo isto, ainda está pendente. E não faz sentido especular. Precisamos de informação sólida e dados sólidos da Organização Mundial de Saúde, das autoridades nacionais de saúde, e só com base nessa informação é que podemos avançar”, disse.












