Fernando Alonso respondeu às sugestões de ele ser classificado como um piloto ‘egocêntrico’. No site motorsport.com, Alonso ‘riu-se’ da sugestão:
“Acho que a reputação é uma coisa e os factos são outra. Quando vemos colegas de equipa a envolveram-se entre si, como vimos este ano. Isso é algo que vemos todos os anos. Depois, comparamos com as minhas imagens e vemos o slipstream que eu dei em Monza e em Spa.”
“Quando quisermos falar sobre reputação devemos olhar para os factos.”
Alonso também falou sobre a sua mudança para o FIA WEC, onde precisou de aprender com os colegas de equipa da Toyota, Sebastien Buemi e Kazuki Nakajima.
“Não tive nenhum problema em compartilhar informações com eles porque são eles que têm experiência em corridas de endurance. Desde o primeiro dia de testes que aprendi muito com eles. Eles conheciam o carro. Quem fazia os erros e quem fazia as perguntas era eu.”
“Não é que ficasse contente por sair do carro, porque adoro pilotar, mas sabia que quando saía e eles entravam, era como se libertasse o stress. Sabia que eles estavam a fazer as coisas certas. Confiávamos muito entre nós.”
Para Alonso, a próxima corrida é o Rali Dakar, em janeiro de 2020. Para a maratona de Todo o Terreno, o espanhol admite ser um desafio difícil:
“Se for lá para apreciar a experiência e aproveitar ao máximo, estou pronto. Para vencer o Dakar, ainda não me sinto preparado. Sei perfeitamente da minha falta de experiência.”
“Existem corridas em que entrei e senti-me bastante competitivo, como Indy, Le Mans ou Daytona. Já no Dakar, não estou nesse nível. A minha estratégia é não ser o mais rápido, mas chegar numa boa posição ao final.”









