A ideia é boa e na verdade não faria grande sentido reintroduzir o Rali Safari no WRC sem que esta fosse uma prova totalmente diferenciadora, tal como sucedia no passado, ao ponto dos próprios carros terem que ser muito modificados para correr especificamente naquele evento.
Neste contexto, Michele Mouton visitou o Quênia e tem estado a ver estradas de modo a que possa ser escolhido um percurso que honre a tradição do Rali Safari, mas provavelmente, sem que destrua por completo os carros. Ela própria já participou várias vezes na prova, tendo mesmo terminado no pódio em 1983.
Uma fonte da organização do evento disse ao Autosport inglês: “Mouton disse que o seu desejo é ver o Rali Safari como um verdadeiro teste de homem e máquina. Embora a prova esteja prevista ter ‘apenas’ cerca de 500 quilómetros cronometrados, não deverá ser um rali sprint, mas sim de endurance”
























