Kris Meeke deu uma entrevista à Ulster Radio, da Irlanda do Norte, e revelou a razão por que não competiu no Rali da Polónia – ele próprio decidiu não participar. Até agora acreditava-se que tinha sido uma decisão da Citroen Racing que o teria deixado de fora devido à falta de resultados.
“Não fui afastado da Polónia, na verdade fui eu que decidi. Falámos e discutimos muito sobre isso. Não estava nada satisfeito com a minha situação e precisava de dar um passo atrás para que todos pudessem perceber os problemas que o C3 WRC tinha. Eles puseram o Andreas Mikkelsen, até puseram o Sebastien Loeb a testar, e todos deram o mesmo feedback. Demorou um pouco para que todos percebessem os problemas que existiam. Tornou-se uma situação muito difícil e, para ser honesto, fui eu que disse que não ia à Polónia. Olhando para trás foi a decisão correta, mas nunca é uma situação agradável”, disse o britânico.
Martin Holmes












Talvez sim, mas cá para mim, deve ter aparecido alguma clausula no seu contrato para 2018, em que ele tem que fazer de “lobo” e deixar a Citroën apenas com a “pele de cordeiro”.
O que o Kris Meeke não esclarece e que, no fundo, é o cerne da questão é se, como membro integrante no desenvolvimento do Citroën C3 WRC, detectou as deficiência que mais tarde foram constactadas e a Citroën Racing não ligou às informações que transmitiu ou se foi preciso vir o Sébastien Loeb para dizer que “o rei vai nú’ quando já toda a gente boa que alguma coisa estava errada cm o comportamento do carro. Se a Citroën foi avisada pelo Meeke e não ligou, deveriam rolar cabeças no Departamento Técnico, se foi o Meeke que não soube aperceber-se… Ler mais »