F1: Haas-Maserati pode ser realidade já em 2018
O último rumor da Fórmula 1 é o possível regresso da Maserati já em 2018. Depois do acordo da Ferrari com a Sauber, que permitiu o regresso da Alfa Romeo à competição, Sergio Marchionne, presidente da Fiat Chrysler Automobiles, poderá tentar fazer uma parceria parecida com a Haas, para o regresso da Maserati 60 anos depois.
A equipa americana tem uma forte parceria com a Ferrari desde que entrou na Fórmula 1, com uma relação técnica através do fornecimento dos motores e de outras peças. Tal como com a Sauber, essa parceria poderia ser fortalecida sob a forma de um importante patrocinador vinculado à Ferrari, que alguns relatos acreditam que geraria mais 20 milhões de euros por ano para a Haas.
Existe também outro vínculo potencial entre a Haas e Maserati, já que a equipa americana usa chassis Dallara. A Dallara e a Maserati já trabalharam juntas em alguns projetos no passado, além de terem as suas fábricas em zonas muito próximas.
A Maserati tem uma história rica com a Fórmula 1, com Juan Manuel Fangio a conquistar dois Campeonatos do Mundo com a Maserati em 1954 e 1957.
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F1_4ever
8 Dezembro, 2017 at 15:01
Pelos vistos estão a usar a Fórmula 1 para promover as marcas pertencentes ao grupo Fiat, só é pena que não façam o mesmo com a Lancia que infelizmente é uma marca esquecida e agonizante só com um modelo em produção e pelo que vi no site deles já nem sequer é comercializada cá em Portugal.
Uma marca com os pergaminhos e passado desportivo glorioso como a Lancia tem não merecia este fim que pelos vistos se perspectiva.
Nós leitores do Autosport mostrámos como ela para nós não está esquecida ao termos eleito a Lancia como a melhor marca nos ralis netes últimos 40 anos.
rodríguezbrm
8 Dezembro, 2017 at 19:21
Que saudades da Lancia em competição.
O Ypsilon é o único modelo à venda e só em Itália. Vemos a Alpine, DS, Bugatti ou Mini a terem um 2º fôlego mas o Marchionne (sempre ele) sepultou a Lancia após 10 anos a tentarem promovê-la no mercado mediterrânico ( na América não tem valor) com resultados desastrosos ( para não falar nos flops Thema ou Flavia cabriolet). Mas também não é por acaso que os estrangeiros na conseguem comprar a Lancia.
— Foi genial a operação com a marca Alfa Romeo, mas não acredito que a Maserati se associe à Haas F1.
Sr. Dr. HHister
8 Dezembro, 2017 at 22:10
A gestão do grupo Fiat é ruinosa! Lancia quase extinta, Alfa anos a fio quase sem modelos, Ferrari ultrapassada a nível tecnológico, Maserati com imensos carros estacionados nos stands, à espera de comprador. Enfim, que desgraça! Hoje em dia a publicidade que conta não está nas grandes montras mundiais, está nas redes sociais, principalmente Youtube, no que a carros diz respeito.
João Pereira
9 Dezembro, 2017 at 14:32
A Lancia vai fechar mais dia menos dia! Só produz o Ypsilon que praticamente só os italianos compram, e vende algums “chassos” da Chrysler.
De qualquer das formas, o que produziu a Lancia de verdadeiramente atractivo, excluindo os carros para ralis? Nunca foi marca com apreciável volume de vendas, e nos últimos 40 anos apenas carros com manifesta falta de qualidade em termos de acabamento, corrosão e problemas eléctricos (a marca foi mesmo proibida no Reino Unido), quanto a estética, lembro-me de um elegante Lancia Gamma Coupé, tenho saudades do Fulvia coupé, mas esse tem mais de 40 anos, dos dois primeiros Delta e do Beta Montecarlo, todos eles com os problemas que já referi. Quanto aos últimos modelos, esteticamente são mesmo de bradar aos céus.
Tradição desportiva na F1 chamou-se apenas D50. Quanto aos ralis, GT ou protótipos como poderiam promover a marca? Com base em que modelo?
E ninguém diga que a culpa é do Marchionne, porque ele não está lá há tanto tempo assim.
rodríguezbrm
9 Dezembro, 2017 at 16:11
O Marchionne falou no filme “A escolha de Sofia”. A Alfa e a Lancia estavam em declínio há muito, só uma podia sobreviver, a escolhida foi a Alfa. A seguir até os sites estrangeiros da lancia fecharam
https://icdn-6.motor1.com/images/mgl/o7rK2/s1/lancia-fermeture-site-internet.jpg
Mas quando vemos a Geely com a Volvo ou a Tata com a Jaguar, não pode passar despercebido que eles não vendem a Lancia aos chineses ou quaisquer outros, les não são estúpidos, e os puristas lembram-se bem que em 1969 a Fiat comprou a marca por 1 lira.
— Ernie, naquele 14 de março de 76 não houve Físico-Química nem Desenho, não me diga que não foi a Sintra ver os 2 Stratos !
rodríguezbrm
9 Dezembro, 2017 at 16:14
Alguém se lembra qual era o motor?
https://www.youtube.com/watch?v=CF_XPulgqQM
F1_4ever
9 Dezembro, 2017 at 17:48
O motor era o Ferrari Dino 2.4 V6 . Este lancia Stratos continua para mim a ser o carro de ralis mais bonito de sempre.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lancia_Stratos_HF
rodríguezbrm
9 Dezembro, 2017 at 21:35
Ora bem.
E voto também no Stratos.Então com o mago Munari ao volante, mesmo aos 71 anos….
https://www.youtube.com/watch?v=h3CiwcECim0
João Pereira
10 Dezembro, 2017 at 14:48
Olá rodriguezbrm, primeiro, faço notar que no meu comentário excluí os carros de ralis, e também posso excluir os fantásticos Beta Montecarlo de Gr5 ou os LC1 e LC2 protótipos.
É claro que nesse dia não fui olhar para as trombas da professora de Matemática, fui até à Curva d’Água (Lagoa Azul) ver os Statos do Sandro Munari e do Lele Pinto (e depois a noite final), e dois ou três anos mais tarde vi o carro azul da Chardonet pilotado pelo Darniche numa prova que acompanhei no final (já sem esse carro em prova) desde Viseu até ao Estoril e a ronda final de Sintra, com um amigo que na altura tinha um genuíno e infelizmente já há muito desaparecido, fantástico Fulvia 1600 HF que tinha sido usado em ralis em Moçambique e África do Sul, mas em Portugal nunca correu.
Quanto ao Fulvia, que era um carro ex-fábrica, V4, com dois enormes Webber duplos, caixa close ratio de 5 com primeira para trás, diferencial autoblocante, painéis em aluminio, jantes crommorora, e os dois farois de dentro eram dois Carello enormes, pintado de laranja com capot e traseira pretos com os autocolantes HF com elefantinhos e tudo, o interior tinha o Santo António, a caixa de fuzíveis e relais no tablier, e até o Halda. A última vez que o vi, estava no meio de uns silvados que lhe cresceram à volta numa quinta no Cartaxo, sem as baquets e com a cabeça do motor partida, à espera que fosse cumprida uma vã promessa de restauro. Acho também que havia um problema com os documentos do carro, cuja mudança de matrícula moçambicana para portuguesa quando da descolonização, foi algo confusa. O meu amigo já vendeu a quinta para aí há uns 20 anos, e acho que o carro por lá ficou no meio dos silvados. No entanto, se algum dia vir por aí um Fulvia 1600 HF com a matrícula a começar por NM (não recordo os números), é porque alguém felizmente o trouxe de volta à vida.
Bons tempos em que os ralis eram verdadeiras provas de estrada, com as carrinhas de assistência paradas à beira da estrada, e até nós andávamos a abrir (com o mapa do ACP e o Motor ou Autosport) para ver classificativa sim classificativa não, cheios de lama ou pó, encharcados até aos ossos a comer feijoada ao pequeno almoço na Lousã, que era a sobra do prato do dia do dia anterior. As grandes fogueiras em Sintra ou em Coja… Cheguei a dar assistência ao meu (já falecido prematuramente) Grande Amigo Pedro Picão, com uma Bedford CF de 7 lugares do meu Pai, em que levei apenas duas rodas suplentes, o Kit de arames e o “Ajax” para limpar os vidros e os faróis do RS2000 Gr1, mais seis amigos. Saudades!
Frenando_Afondo™
8 Dezembro, 2017 at 18:04
Vamos lá colar mais uns autocolantes aqui ao motor Ferrari… *descola autocolante da Ferrari, cola autocolante Maserati* Done! Olha-me para esta beleza da engenharia da Maserati! E não deu trabalho nenhum!
João Pereira
10 Dezembro, 2017 at 17:18
Tal como nos motores de série, no entanto, acredito que o California e agora o Portofino, foram buscar a plataforma ao Granturismo.
No entanto, isso não me choca, a Lancia usou motores Ferrari no Strato’s e no LC2, se é isso que é preciso para manter essas marcas, que seja feito.
A Lotus patrocinou uma equipa de F1 de quem ninguém sabe o nome (Genii F1?), e toda a gente acha que o Raikkonen venceu as suas duas últimas corridas na Lotus.
Porque não hão-de a Alfa Romeo (qeu já aparecia nos Ferrari depois da FIAT), a Maserati fazê-lo? A Ford patrocinou durante anos e anos a Cosworth na F1, e até a M-Sport nos ralis.
Nem me admiro que algum pouco esclarecido “newcomer” a estas coisas das corridas, pense que a TAG Heuer faz motores de F1 e relógios, o que não seria muito estranho, se considerarmos que a Yamaha começou por fazer instrumentos musicais, e depois passou a fazer também Motos.
Mais estranho é por exemplo a KTM correr em Moto2 obrigatoriamente com motores Honda, e a partir de 2019 com motores Triumph. Obrigarem uma marca a fazer isso por regulamento, é que é chocante.
Nuz18t
8 Dezembro, 2017 at 23:07
Nao vejo mal nenhum na maneira que o grupo Fiat está a promover as suas marcas, acho muito bem e faz mais sentido do que Tag-hauer ou Aston Martin! A F1 nao pode usar nos motores a mesma regra que usa nos chassis (chassis unico), era bom era 10 fabricantes! Ao mesmo tempo a Ferrari fortalece o seu estatuto para ter mais voto na direcao (leia-se regulamentos) que os novos donos e a FIA seguem…
anotheruser
9 Dezembro, 2017 at 0:35
Não era a Ferrari que há umas semanas ameaçava sair da F1?!
Pois parece que o grupo Fiat está a investir cada vez mais e a depositar cada vez mais esperanças na F1.
João Pereira
9 Dezembro, 2017 at 14:10
…Existe também outro vínculo potencial entre a Haas e Maserati, já que a equipa americana usa chassis Dallara. A Dallara e a Maserati já trabalharam juntas em alguns projetos no passado, além de terem as suas fábricas em zonas muito próximas…
Não percebo a conveniência para a HAAS na proximidade das fábricas da Dallara e da Maserati ou até das duas marcas já terem trabalhado juntas, já que qualquer cooperação tem a ver apenas com o “rótulo” nos motores Ferrari e outros componentes eventualmente fornecidos à HAAS, em cujo projecto e fabrico a Maserati não mete o nariz. Mas o jornalista deve conseguir estabelecer essa tal conveniência de forma (que não vislumbro) a reforçar o vínculo. Eventualmente…
Quanto a mim, é óbvio que a Maserati vai actuar exactamente como a Alfa com a Sauber, ou seja como patrocinador, e a cooperação técnica será exclusivamente com a Ferrari, que por sua vez passará apenas a informação estrictamente necessária à Dallara para adaptar ao chassis e fazer funcionar as peças que fornece à HAAS.