Sean Bratches, diretor-comercial da Fórmula 1, revelou que não esperava que a mudança de logotipo da F1 não tivesse críticas. De recordar que a Liberty Media apresentou em Abu Dhabi o novo logo do campeonato. A medida, porém, foi alvo de muitas criticas, com muitos adeptos e pilotos a referirem que preferiam o antigo.
“Estas são mudanças difíceis ― como são sempre quando se muda uma marca corporativa, e, particularmente, uma marca que está ligada à paixão. O logo anterior vigorou por mais de duas décadas e serviu bem o desporto. Nós não fizemos isto porque sim, pensámos muito sobre o assunto. Da minha perspectiva, e desde o momento em que Chase [Carey] me ligou, foi uma das coisas que eu realmente queria fazer. Pela minha visão, o antigo logo parecia datado, parecia não refletir para onde poderíamos ir”, justificou Bratches.










Uma marca verdadeiramente ao estilo europeu que traz na sua essência um conservadorismo que sustenta os mesmos fãs por mais de 50 anos.
A troca da identidade da F1 poderá quebrar parte do elo desses fãs com o esporte mais elitizado do mundo.
Poderemos estar assistindo daqui pra frente um jogo de futebol sobre rodas.
Eu não critico a mudança de logo, todas as marcas alteram os seus logos de tempos a tempos. Critico é o novo logo que não é nada alusivo à F1. Se não soubermos que é o logo da F1, nada nele nos diz que o é. Aliás, este logo tem tanto a ver com F1, como com criação de patos, porque sinceramente, não vejo para que actividade poderia servir.
O novo ainda agora chegou e já parece um logo da FI de 1999.
Datado não existe em português, tradução copy e paste. Desactualizado é mais adequado.