F1: Robert Kubica é mais uma possibilidade para a Williams

Por a 8 Setembro 2017 15:26

O regresso de Robert Kubica à Fórmula 1 pode estar mais próximo, depois da Williams se ter juntado à Renault no interesse pelos serviços polaco. Kubica está a fazer uma recuperação física impressionante, depois do acidente sofrido em 2011. No passado teste, após o Grande Prémio da Hungria, Kubica fez 142 voltas no RS17. Cyril Abiteboul, diretor da Renault, revelou que em Spa algumas dúvidas que Kubica consiga voltar a 100%, estando-se a preparar para contratar Carlos Sainz Jr. para ficar com o lugar de Jolyon Palmer.

Na Williams, Felipe Massa está interessado em continuar, mas ainda nada foi decidido. O contrato com a Martini obriga a que pelo menos um dos pilotos tenha mais de 25 anos. Lance Stroll vai continuar na equipa, o que implica que venha um piloto mais velho, sendo Massa e Kubica os nomes principais a ocupar o lugar. Pode ser mais uma porta que se abre, mas mais uma vez, se a Renault tem dúvidas, elas existirão também no caso da Williams, equipa que não se pode dar ao luxo de ter um piloto que não se sabe as garantias que dá em termos competitivos. É mais um rumor, que pode ter algum fundo de verdade, mas que dificilmente se concretizará…

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3 comentários

  1. belc_hris

    9 Setembro, 2017 at 7:14

    Esta f1 é uma comédia pá. Há lugar para pilotos como o Kvyat,Palmer,Massa,Ericsson e até cogitam ir buscar um Kubica que está a 6 anos sem competir e com limitações físicas, mas um piloto como o Felix da Costa, jovem talentoso e com margem de progressão não mereceu sequer uma chance para mostrar o seu valor.

    • Mcrae

      9 Setembro, 2017 at 11:52

      Um piloto que naquela época em que entrou quase a meio do campeonato da Renault F3.5 quase era campeão e foi considerado o 7º melhor piloto naquele ano. Ganhou o GP de Macau, feito que voltou a repetir mesmo contra pilotos que também já tinham vencido a prova.
      Fala-se muito do espectáculo do MotoGP em comparação com a F1 e a verdade é que a diferença não está apenas no espectáculo, a diferença é que nas motas, do Moto3 para Moto2 e depois para o MotoGP, os melhores pilotos são contratados pelas equipas e há oportunidades para aqueles que realmente as merecem, já nos carros, dificilmente isso acontece.
      Talvez com o Verstappen, mas já o Russo foi sempre um fiasco e tirou a oportunidade ao AFC que merecia ter tido a sua oportunidade.
      Mesmo o Sainz, este foi Campeão na FR 3.5 mas não foi com a equipa que correu o AFC, foi campeão com a Dams, a Arden nunca foi campeã.
      A F1 é um fiasco, tirando as 3 ou 4 equipas principais, as restantes é quase tudo pilotos pagantes ou os pilotos mais velhos que vão ficando pela experiência, mas já é uma seleção de entre os pilotos pagantes, por isso está nivelada um pouco por baixo.
      A FIa devia ter um esquema de corridas tipo o MotoGP, F1, F2 e F3 e os pilotos que vingassem num escalão deviam ter oportunidade no escalão superior.

      • Pity

        9 Setembro, 2017 at 18:28

        Certo, mas e as vagas? Nas motas temos grelhas de 33 motas, enquanto a F1 tem vinte carros. Para mais, há pilotos que ficam, e ficam, e ficam… impedindo o acesso de jovens. Depois, há os custos e as equipas menos abonadas, lá têm de recorrer a pilotos que levam baús de dinheiro, ou potenciem grandes lucros comerciais. A Toro Rosso não é propriamente “pobrezinha”, mas o lucro que o russo dá, é inversamente proporcional aos pontos que não conquista. E o certo é que no primeiro ano até parecia que a escolha tinha sido acertada.

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