Sebastian Vettel acredita que a diferença que separou a Ferrari da Mercedes no Grande Prémio do Azerbaijão não se vai repetir, depois de um primeiro dia de treinos na Áustria onde rodou muito perto de Lewis Hamilton. A equipa de Maranello tem mostrado uma grande consistência em qualificação na maioria dos circuitos visitados pelo campeonato de F1 até agora, conseguindo estar na primeira fila da grelha de partida na Rússia e no Mónaco, embora em Baku tenha ficado longe da Mercedes.
Depois de ter ficado a 0,147s de Hamilton, mas à frente de Valtteri Bottas, no segundo treino livre no Red Bull Ring, Vettel sente que no traçado austríaco ele e a Ferrari têm uma ‘palavra a dizer’ na qualificação para a corrida de domingo. “Baku foi uma situação sem exemplo. A qualificação aí não nos correu bem. A nossa posição não era má, mas obviamente que a diferença era enorme. Penso que não nos sentíamos confiantes ou confortáveis o suficiente”, avaliou o alemão.
“Aqui (na Áustria) ainda não vimos muito, mas parece equilibrado. É uma pista pequena, por isso seria de imaginar que ficássemos muito juntos. Penso que a Mercedes é a favorita. Eles parecem mais rápidos não interessando o que tenham feito. Mas vamos ver o que acontece amanhã”, afirmou ainda Vettel.











Vi algumas entrevistas rápidas aos Pilotos depois dos treinos livres e não entendi se este motor do Vettel é antigo, ou o com actualizações de Baku, que ele não usou na corrida.
É o que foi usado no Mónaco e Canadá e que foi recentemente “restaurado” após os problemas no sistema hidráulico em Baku.
É o motor 2.
Por instantes pensei que fosse o tal “défice” do Vettel em Baku, mas afinal é o défice do Ferrari… Parabéns ao Nuno Barreto Costa pelo trocadilho no título, acidental ou não… E por favor, não me batam pois não é razão para isso.