A Citroën chega ao Rali de Portugal pressionada pela falta de resultados nas duas últimas provas, isto depois do triunfo no México. A equipa entrou bastante mal esta época com dois desaires significativos no Monte Carlo e na Suécia, e não faltou logo quem ‘batesse’ forte e feito na equipa. Não restam muitas dúvidas que é Kris Meeke o ponta de lança, enquanto Craig Breen e Stéphane Lefebvre têm, basicamente que evoluir e ganhar experiência, mas para quem já desconfiava também do carro, o triunfo do México veio aliviar a pressão, pois aí percebeu-se que o C3 WRC é bom e os triunfos são apenas uma questão de tudo o resto funcionar normalmente. Os novos carros obrigam a muitos e aturados testes e se a Citroën testou bastante na fase embrionária do carro, já para as duas primeiras provas a preparação foi insuficiente, como confessou Meeke e isso refletiu-se. Ironicamente, a má produção na Córsega e os acidentes da Argentina permitem a Meeke chegar a Portugal com uma excelente ordem de partida e foi exatamente isso que lhe permitiu vencer em 2016. Contudo, Yves Matton prefere manter a fasquia baixa Para Portugal: “Depois de inscrever três carros na Volta à Córsega, damos agora outro passo, acrescentando um quatro Citroën C3 WRC no Rali de Portugal. É uma grande conquista, alcançada em grande parte pelo trabalho da nossa equipa técnica. Por várias razões, os resultados dos dois últimos ralis não foram tão bons como esperado, pelo que para esta sexta ronda pediremos aos nossos pilotos para chegar ao final do rali, esperando ter dois C3 WRCs entre os cinco primeiros da geral.”










