Bruno Magalhães venceu o Azores Airlines Rallye, o seu terceiro triunfo do piloto luso na prova, depois de 2008 e 2010: “Foi a minha melhor vitória de sempre, não conhecia o carro, a equipa, não corria há ano e meio em terra o único rali que fiz no último ano foi em asfalto. Carro, equipa, co-piloto, pneus, tudo foi perfeito, todas as vitórias têm gosto, mas esta é especial, noutros anos em que cá estive nunca tive condições para lutar na frente, finalmente tive um carro 100 por cento fiável, um carro com muita qualidade e quando temos carros bons é muito mais fácil mostrar o nosso valor. Quanto à prova, mostrei também saber gerir, porque este é um rali mesmo muito difícil e quando tivemos o pássaro na mão não o deixámos fugir. Foi uma prova difícil, mas também foi um grande rali. Este é sempre um rali muito complicado, acontecem sempre muitas coisas, mas não cometi um único erro. Agora, para o ano é tentar arranjar dinheiro para ver se consigo vir. De resto, ganhámos para o Nacional, estou na frente do ERC e agora vamos para casa…”, disse Bruno Magalhães, deixando bem clara uma triste realidade. Portugal tem pilotos que se bem equipados, podem lutar para vencer provas do ERC, mas as circunstâncias fazem-nos ficar em casa. É a triste realidade.








