Depois de três triunfos consecutivos no Rali de Monte-Carlo, Sébastien Ogier e Julien Ingrassia partem para o Rali de Monte Carlo com uma dose de favoritismo maior que os adversários, se bem que nesta altura, em virtude dos carros serem novos, não é possível atribui-los desconhecendo o que valem os carros. Se os carros se equivalerem, não há quem não ‘aposte’ em Ogier, mas a verdade é, por outro lado, ‘isto’ é o Monte Carlo. De qualquer modo, é um facto que Ogier parte para esta prova com muito pouco tempo de Fiesta, e Malcolm Wilson já disse que isso é uma desvantagem. É verdade, mas só quando o rali arrancar e houver tempos, não de um, mas sim de um conjunto de troços começará a ser possível perceber alguma tendência: “É uma nova época em todos os sentidos da palavra, uma nova era, novo carro, nova equipa, todos sabemos que a experiência é um fator importante nos ralis, mas teria sido bom mais tempo com a equipa. Mas aprendemos muito no passado mês. Ao longo dos anos aprendi a ser pragmático e focar-me no que tenho a fazer. É exatamente esse o plano para este rali. Não estamos preparados a 100 por cento mas estamos preparados para fazer o melhor possível. Na passada semana tivemos dias de testes com condições diversas, e todos sabem que o segredo deste rali é fazer as melhores escolhas de pneus, antecipando as condições e julgar bem os níveis de aderência. Já ganhei várias vezes o Monte Carlo mas nunca deixei de ser humilde para com este evento, pois é muito desafiante. Não há outro assim!”









