F1: Lewis Hamilton bateu recorde de Michael Schumacher

Por a 14 Novembro 2016 13:09

Ao vencer pela primeira vez o GP do Brasil, em Interlagos, Lewis Hamilton desempatou no número de vitórias com Alain Prost, 52 contra 51, e bateu um recorde antigo de Michael Schumacher. O tricampeão do Mundo de Fórmula 1 já venceu em 24 circuitos diferentes. Uma estatística impressionante e que demonstra bem a influência do piloto da Mercedes na última década, onde tem sido um dos principais pilotos do plantel.

Dos atuais 21 Grandes Prémios que fazem parte do calendário Lewis Hamilton só não venceu no GP de Azerbaijão, prova que este ano se estreou no Mundial e que foi ganha pelo seu rival e companheiro de equipa, Nico Rosberg. Aos 31 anos Hamilton tem ainda pela frente mais alguns anos na Fórmula 1 pelo que não será surpresa que este recorde cresça não só em caso de vitória nas ruas de Baku como em outros palcos que venham a receber um Grande Prémio.

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22 comentários

  1. Pity

    14 Novembro, 2016 at 13:10

    No próximo ano pode, também, bater outro recorde de M. Schumacher: o de poles, pois está apenas a oito.

  2. Maxiumattack

    14 Novembro, 2016 at 14:04

    Com tantos circuitos novos a entrar lá para os lados do medio oriente é normal que venha a “alargar” esse record. O de poles seguramente que será batido quase de certeza no próximo ano, quanto ao números de vitorias na totalidade, esse é que dificilmente lá chegará. Ele ou qualquer um! O record de M. Schumacher será quase inigualável!

  3. João Pereira

    14 Novembro, 2016 at 20:38

    O problema dos recordes, é que são estatística! Passo a explicar:
    – Mais jovem vencedor: Cada vez os pilotos chegam à F1 mais jovens.
    – Mais jovem campeão: Ver acima.
    – Mais vezes campeão: Ver acima, mas ter em conta o nível da concorrência e outras “circunstâncias muito especificas”(Sim refiro-me a Schumacher).
    – Mais GP á partida: Ver acima, e juntar o aumento do número de corridas por época.
    – Maior número de poles: Ver acima.
    – Maior número de vitórias: Ver acima.
    – Maior número de vitórias em circuitos diferentes: Ver acima.
    – Maior número de pontos obtidos: Ver acima, e juntar o facto de que até há uns anos a vitória valia 9 pontos e pontuavam 6, e hoje a vitória vale 25 e pontuam 10…
    Alguém é capaz de me responder, quando eu pergunto: qual é o valor deste tipo de cálculo de palmarés de um piloto, de uma equipa ou de um construtor, quando baseado apenas em contas de somar?
    Não esquecer, que os pilotos hoje em dia para além de começarem muito mais jovens, têm uma esperança de vida muito maior.
    BAH!

    • Pity

      14 Novembro, 2016 at 20:57

      Respondendo ao seu pedido: alguém disse um dia, que os recordes servem para serem batidos.
      Para mim, os recordes realmente importantes, são as poles, vitórias e voltas mais rápidas, porque são as que realmente se podem comparar.(E os títulos de campeão). O número de pontos, não se podem comparar, logo, não interessam. São números absolutos, que, no entanto, podemos sempre relativizar recorrendo à eficácia, mas, para os pilotos, estes números são importantes.
      PS: na altura em que o comentário fica visível, ele está em cima, mas logo cai para baixo, pelo que “acima” não havia nenhum comentário seu 🙂

      • João Pereira

        14 Novembro, 2016 at 23:48

        Tem razão em relação ao acima e abaixo. E agradeço por ter procurado.
        Quanto ao resto, eu acho que os recordes deviam ser calculados em termos de percentagem de vitórias por total de GP corridos, e PP também ou títulos por anos de competição… Por exemplo: Jim Clark ganhou 25 corridas e foi campeão 2 vezes com menos de 100 corridas e uma concorrência feroz… Poles não me recordo, apesar de o considerar um dos 5 melhores de todos os tempos, e que se “reformou” demasiado cedo, como tantas dezenas de fantásticos pilotos de F1.
        Chris Amon foi segundo para aí 16 vezes, e nunca venceu um GP, não será isto um recorde? É, e bem frustrante para um excelente que faleceu este ano, e liderou tantas corridas.
        Depailler, também foi segundo mais de uma dúzia de vezes antes de vencer a primeira vez no Monaco em 78 com o Tyrell 008.
        É por isso que odeio estatísticas em geral, e nos desportos motorizados em particular.
        Cumps.

        • acpinto

          15 Novembro, 2016 at 0:17

          Para mim pouco importa, mas dos poucos que dou relevo é a percentagem de vitórias, nos recordes absolutos é muito dificil valorizar mais as vitorias do Prost ou do Schumacher que as do Jim Clark, Jackie stewart ou Jochen Rindt pelo simples facto de o Prost fazer mais corridas e ter passado 3 anos em equipas absolutamente dominadoras e o Schumacher ter passado 5 anos numa ferrari muito forte e em que pelo menos em dois dos anos foi absolutamente dominadora.

          • João Pereira

            15 Novembro, 2016 at 1:13

            Em relação a Schumacher, seria bom não esquecer os anos Benetton… E toda a protecção de que beneficiou em todas as manobras anti-desportivas ao longo da sua dupla carreira (claro que estou a incluir a Mercedes), em que ai tem sem dúvida um recorde indiscutível e que deverá perdurar por mais cem anos…
            Mas gosto que alguém esteja de acordo comigo, quanto a percentagens de vitórias ou poles, ou voltas rápidas em relação ao número de partidas efectuadas.

    • Iceman07

      14 Novembro, 2016 at 20:58

      Mais vezes campeão duvido que alguém apanhe o Michael Schumacher.
      O Vettel estava a caminho disso mas foi “interrompido” pela Mercedes que roubou o domínio à Red Bull. Agora, ele ainda têm 29 anos, deve fazer mais uns 5 ou 6 e duvido que nesses anos ganhe pelo menos 3, a não ser que a Ferrari volte a ter o domínio ou ele se mude para uma equipa que encontre o dominio.
      O Hamilton, se ganhar este ano e a Mercedes mantiver o domínio (o que duvido que mantenha por muito mais tempo) é o mais capaz no momento de chegar ao Schumacher.

      • João Pereira

        15 Novembro, 2016 at 0:33

        Schumacher é a estatistica mais falsa do desporto em geral.

        • RedDevil

          15 Novembro, 2016 at 10:35

          Realmente é só falsidade naquela estatistica, quem entra na F1 com um Jordan e consegue sobressair quando no pelotão estão : Senna, Berger, Mansell, Patrese, Brundell, Alboreto, Tarquini, Wendlinger, Piquet, Lehto, Boutsen, Prost, Alesi, Zanardi, Larini, de Cesaris, etc…
          PS: é uma coisa estranha que, em quase 70 anos de F1, haja um periodo de 5 anos sem nenhum piloto decente na F1, e, foi logo nos anos em que o Schummacher foi campeão…

          • João Pereira

            15 Novembro, 2016 at 15:07

            Não sei se quer dizer Brundle ou Blundell. Berger nunca foi genial, nem Alboreto. Wendlinger, Zanardi, Lehto, Larini, De Cesaris, Boutsen, Tarquini…
            Sim senhor, grande concorrência. Esqueceu-se do Lamy e do Tiago.
            Porque não falou no Hakkinen e no Villeneuve?
            Permita-me recordar-lhe, que quando Schumacher foi campeão, nem os melhores dos que mencionou ainda estavam sequer activos…
            Sim, Schumacher teve muito pouca concorrência, e alguma da que teve, mesmo fraca como Hill, ele teve que atirar para fora da pista… Villeneuve foi diferente, além de o ter passado por fora na parabólica do Estoril, ainda por cima aguentou o embate, e o “grande heroi” é que ficou atascado na praia.
            Repare que fui ainda mais longe que os 5 anos que referiu.

          • RedDevil

            16 Novembro, 2016 at 10:46

            Os pilotos que referi eram da época de 1991, ano de estreia de Schumacher, por isso não apareceu Hakkinen, Raikkonen, Alonso, Coulthard, etc.
            Não disse que aqueles pilotos todos eram geniais, alguns eram pilotos rápidos, e no meio deles tinha 4 ou 5 de topo, talvez mais do que existe actualmente.
            O português que estava na F1 em 1991 era o Pedro Matos Chaves.
            O que Schumacher fez em 94 com o Benetton… seria o equivalente a hoje em dia um piloto da RedBull chegar à ultima corrida do ano a liderar o mundial… não há nenhum piloto no actual plantel capaz de tamanha proeza…
            A dita “fraca concorrência” é relativa, quem a fez parecer “fraca” foi o Schumacher.

          • João Pereira

            16 Novembro, 2016 at 14:01

            O que Schumacher fez em 94 com o Benetton (ilegal como todos sabemos)não foi equivalente a nada hoje em dia, nem ao que Prost fez a Senna em Suzuka, nem ao que Senna fez a Prost no ano seguinte. Schumacher bateu no muro com a traseira direita, partiu a suspensão ficou com a roda a abanar, alargou na curva seguinte como que para deixar espaço para o Hill passar, mas afinal foi só para se poder atirar para cima dele. No fim, acabou “castigado” com o seu primeiro titulo. Tem razão, toda a razão, quando diz que não há nenhum piloto actual capaz de “tamanha proeza”, e eu até me permito acrescentar, que não há, nem nunca houve um piloto capaz disso em 67 anos de F1, é muito menos de tentar repetir a “graça” logo três anos depois. Mas tudo tem uma explicação, e para o Schumacher fazer o que fazia e escapar impune, a explicação é só uma: Brawn, Briattore, Schumacher, Todt e Mosley eram todos “filhos da mesma mãe”, resultando numa protecção total ao antidesportivismo do Alemão, maior ainda que a de Ballestre a Prost.
            Se quer que lhe diga, Schumacher era bom demais para precisar de agir como agia em pista, hoje em dia, como as coisas estão, ou acontecia exctamenteo mesmo, ou era castigado em todas as corridas, e a licença dele ia precisar de um aditamento para registar os pontos.
            Uma carreira que muitos consideram brilhante como é o seu caso, para outros como eu, é profundamente indigna do desporto em geral, tanto ou mais que a de Lance Armstrong no ciclismo.
            Mas até percebo a forma como vê o Schumacher, é uma espécie de Amor de Mãe, que mesmo que tenha um “monstro” nos braços, para ela será sempre o bébé mais lindo.
            Cumprimentos.

          • RedDevil

            16 Novembro, 2016 at 17:34

            Já vi que o importante do campeonato de 94 foi aquela maldade que o Schumacher fez ao Hill, o resto não interessa… chegar a Melbourne à frente no campeonato com o “torra favas” do Ford V8 não é nada… não é?
            A tal ilegalidade do Benneton em 94 era o controlo de tracção, não era? sim… num F1 que tinha menos 100cv que os outros, o controlo de tracção dava uma vantagem do caraças…
            PS – de todos os pilotos que já vi (desde 84), só Senna e Schumacher eram capazes de lutar pela vitória (de forma consistente) com carros muito inferiores à concorrência. E note que, no tempo de Senna, eu era fã de Prost…
            PS2 – No ultimo GP do Brasil, quando você viu o Max a fazer umas trajectórias diferentes (por fora) não lhe fez lembrar nada? por favor reveja o GP de Espanha de 1996.

          • João Pereira

            16 Novembro, 2016 at 20:35

            Claro que o controlo de tracção, é uma ilegalidade insignificante, porque só funciona à saída das curvas, que são só mais de uma dezena por volta, em muitas dezenas de voltas por GP, dos quais também só havia pouco mais de dezena e meia no campeonato. Se alguém se der ao trabalho de fazer a estatística (mais uma)de quantas curvas foram efectuadas na totalidade dos GP de 1984, chegamos a mais uma insignificância acerca da vantagem do Controlo de Tracção.
            Obviamente que também podemos esquecer o Launch Control que é insignificante na partida.
            E o “pobre” V8 COSWORTH (há que chamar os bois pelos nomes) “Ford Zetec” 3.5 oficial exclusivo da Benetton, que estava bastante acima das versões cliente, e que debitava pouco menos que os Renault (Esqueça lá isso dos 100 cv), também era de facto extremamente penalizante.
            Permita-me lembrar mais uma ilegalidade do Benetton (é só a terceira), que era a altura abaixo do regulamenter, que em Spa levou a um desgaste do patim de madeira do Benetton de Schumacher tão ridiculamente exagerado, que a FIA acabou por não conseguir fugir suspensão por duas corridas, mas dando a abébia de a Benetton escolher quais, que obviamente acabaram por ser as que seriam menos propicias ao seu carro, em vez das duas imediatamente a seguir… Ainda acerca deste assunto, lembro-me de o Philippe Alliot (Larrousse Lamborghini?) dizer numa entrevista a seguir à qualificação: – Anda aí gente abaixo da altura mínima, e não vou ficar admirado se houver alguma surpresa nas verificações depois da corrida… “mira lo que te digo” (textualmente, nunca esqueci a parte em espanhol, porque na altura achei um piadão e ainda hoje uso a frase sem pagar direitos).
            Concordo consigo absolutamente, quando diz que só Senna e Schumacher eram capazes de lutar pela vitória com carros inferiores, por isso odeio Schumacher, que era tão dotado, que não precisava de recorrer a conduta antidesportiva (Até 94 fui fan de Senna e Schumacher e depois fiquei desiludido com o alemão), mas quando assume que antes de Schumacher foi fan de Prost, começo a perceber que gosta mesmo é dos “bandidos”, o que por associação de ideias me leva a crer que hoje é fan do Rosberg (Ok, Rosberg é apenas um pequeno delinquente), peço desde já perdão, se estou errado…
            Já reparou:
            – Prost protegido de Ballestre.
            – Schumacher protegido de Mosley. E pelo meio Briattore, Brawn, Todt, Ferrari… Nada de abonatório!
            Cumprimentos.

          • RedDevil

            17 Novembro, 2016 at 0:58

            Sim… a sequência é mais ou menos essa… e tudo começou por ter visto um super pec do ralie de Portugal em 84 (coisa rara na altura ser transmitida na tv) onde brilhou um tal de Marku Allen, a seguir ver um GP onde fui cair na simpatia pela McLaren (devido à semelhança do nome ?!?) e o Prost veio por encosto, depois ele mudou-se para a Ferrari (na altura detestava essa marca) e pronto… nunca mais mudei…
            Essa conversa de o Prost, o Schumacher e a Ferrari serem uns “bandidos” é uma conversa de “looser”… faz-me lembrar uma certa agremiação futebolística do Lumiar… aquela dos Calimeros…

          • João Pereira

            17 Novembro, 2016 at 14:17

            Não me recordo de nenhuma Super PEC no Rally de Portugal 84 (mas há muita coisa de que já não me lembro), de qualquer maneira eu na altura via ralis mas não na tv, mas ouvia na Renascença quando saltava de PEC em PEC, porque eles davam as noticias da prova de hora a hora, e era assim que sabíamos os tempos e evolução na classificação, se não me engano era qualquer coisa assim: – Rally de Portugal é na Renascença com Luís Celínio, alô Luís! O Lúis Celínio também tinha um programa na Rádio Altitude da Guarda…
            1984, foi também o ano em que um puto brasileiro regressou ao Estoril com um Toleman TG183 Hart (em vez do Kart) e brilhou com 3º nos treinos e corrida. Viu? Fantástico! O peão do Estoril estava um lamaçal do caraças por causa da chuva dos dias anteriores, mas a corrida esteve seca e diverti-me à grande. Já tinha ido a Jarama em 1976, mas nessa altura ainda não havia turbos, mas houve um carro com 6 rodas. Ganhou o Hunt no M23, e também eu fiquei fan da Mclaren, na altura do Teddy Mayer, mas a minha equipa do coração sempre foi a Lotus de Chapman e nunca deixou de ser.
            Quanto à Ferrari ser “bandida”, lembro-me do Velho lhe chamar “Casa”, mas a equipa sempre foi gerida mais como uma “Cosa”, a Cosa Nostra, pelo menos no que toca à política de pilotos.
            Prost não chegou a ser bandido, mas deu-lhe muito jeito ser amigo de um: Ballestre.
            Briattore, nem se atreva a discordar, porque esse é um autêntico Al Capone.
            Brawn não chega a ser bandido, é mais ou menos como o contabilista da Mafia.
            Schumacher era um verdadeiro delinquente em pista, sem esperança de reabilitação. No entanto lamento a infelicidade que teve, que até me faz sentir mal quando hoje digo o que penso sobre o seu vil carácter.
            Futebol… Há dias um Amigo ficou espantado por eu não me lembrar que Portugal venceu o Europeu, mas lembrar-me do concerto dos Iron Maiden no dia seguinte a que fui e lembro-me que estava tudo a cantar o hino.
            Calimero, acho que era um pinto italiano com um ovo na cabeça a quem aconteciam todas as desgraças e injustiças, assim tipo adepto da Ferrari…
            Lumiar fica ali ao pé do Eixo Norte-Sul, mas não conheço por dentro. È bonito?

        • Iceman07

          15 Novembro, 2016 at 17:40

          Concordo em parte. Creio que o Senna, Prost e outros grandes pilotos com o Ferrari de 2000 até 2004 eram campeões, a Ferrari nesse período deu uma “coça” em toda a gente, não havia nenhum carro que bate-se o pé ao Ferrari, excepto em 2003, quando um tal de Kimi Raikkonen, que estava na sua 2ª época na F1 e 1ª na McLaren quase ganhava o campeonato.
          É como o Vettel, a estatística dele também se pode dizer que é em partes “falsa”, ganhou 4 títulos porque esteve na equipa certa na época certa, tal como o Schumacher.

          • João Pereira

            15 Novembro, 2016 at 18:30

            Apesar da Ferrari andar um bocado por baixo, a verdade é que Vettel tem mostrado pouca capacidade para fazer a diferença, e creio que Schumacher nesse aspecto seria superior.
            Hoje sou obrigado a concordar consigo, em relação a Vettel, que não tem dado conta de um Raikkonen já a ir para idoso, casado, com um filho, que já está distante do jovem “cometa” que conhecemos na Mclaren. Se formos a ver, Ricciardo deu-lhe uma coça, no último ano em que esteve na RB, o que também não abona em favor de Webber.
            Schumacher só me começou a irritar em 1994, e nunca mais parou de o fazer até à infelicidade que lhe aconteceu.

  4. Frenando_Afondo™

    15 Novembro, 2016 at 17:16

    Acho engraçado que algumas pessoas usam o argumento que “as estatísticas valem o que valem, não são assim tão importantes por isto e por aquilo e pelo outro e por este factor e etcs”.
    Quando falam sobre o seu piloto favorito, então já é “as estatísiticas não mentem, era o melhor etc etc”…

    Ok.

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