O Grande Prémio da Bélgica realizado em Spa-Francorhamps ficou marcado pelo polémico comportamento de Max Verstappen, que motivou muitas críticas nomeadamente por parte dos homens da Ferrari, Sebastian Vettel e Kimi Raikkönnen. Contudo no GP de Itália quando se esperava que este assunto viesse à baila no habitual briefing dos pilotos, este não foi mencionado.
Tudo ficou sanado numa reunião na manhã de sexta-feira, onde esteve presente Max Verstappen com o Diretor de Corrida, Charlie Whiting, tendo sido discutido o comportamento do jovem Max perante Raikkonen e que o piloto da Red Bull mereceu a exibição da bandeira preta e branca. A Red Bull viu esta reunião como um conselho gentil por parte de Whiting.
O próprio chefe de equipa da Red Bull, Christian Horner, não escondeu que o comportamento de Max Verstappen esteve perto dos “limites. Ele é um piloto jovem, agressivo e com vontade de vencer, que fez dele alguém tão atrativo. Não nos podemos esquecer que tem apenas 18 anos e que este é o seu terceiro ano de competição. Está sempre num processo de aprendizagem e tenho a certeza que vai aprender com este episódio. Ele não quer saber das críticas apenas está focado no seu próprio trabalho”.










“Não nos podemos esquecer que tem apenas 18 anos”… eu acho que devemos esquecer porque a idade não serve de desculpa.
Gostava de saber se a pele deste menino fosse ligeiramente mais escura e tivesse carapinha, se a FIA seria tão benevolente.
Lembro-me de outro menino-prodígio que quando entrou, parecia que a FIA via tudo o que fazia à lupa, com penalizações em igual proporção.
Agora a FIA parece muito mais “solta” no que toca ao Verstappen, não sei… Deve ser coincidência ele ser branco e louro.
São os lobbies meu velho afondo, são os lobbies. E talvez a cerveja dos Paises Baixos que é bem mais loura do que a outra, escura e encarapinhada.
Terceiro ano de competição?!
Em monolugares, se considerarmos a F3.