Os 13,1 segundos que Sébastien Ogier ganhou a Andreas Mikkelsen na segunda passagem por Panzerplatte Lang, cavaram um fosso entre primeiro e segundo que se cifra, no final do segundo dia do Rali da Alemanha, nos 33,4 segundos. O francês acertou nos pneus a utilizar, enquanto Mikkelsen, que assumiu “ter arriscado” sentiu dificuldades, principalmente “na zona da floresta”. E se o campeão do mundo ainda não dá a questão da vitória por terminada, o seu companheiro de equipa já mudou o discurso e diz que a luta de amanhã vai ser com Thierry Neuville.
Mas a discussão pelo segundo posto não se resume a um duelo. Neuville aproximou-se de Mikkelsen apesar “do carro fugir de frente no final”, disse. Só que Sordo esteve ainda melhor. Quarto à partida para esta classificativa, o espanhol foi segundo e não só se aproximou do segundo classificado como superou o seu companheiro de equipa e chega ao fim do dia na terceira posição.
Os quatro primeiros estão numa dimensão à parte. Em quinto surge Hayden Paddon, a mais de 3m30s do líder. O neozelandês não esconde que é ambicioso, mas há momentos “em que é preciso aprender”, ressalva. É isso que tem feito. Depois de vários sustos no dia de ontem, hoje teve uma jornada mais tranquila em que se focou na obtenção de experiência.
Mads Ostberg também está a passar praticamente ao lado do rali. O sexto lugar acaba por ser positivo para quem perdeu quase um minuto só neste troço e já está a mais de quatro. “Correu tudo mal. Sofri bastante”, lamentou.
No WRC2, Esapekka Lappi assumiu o comando da classificação durante o dia e consolidou essa posição até ao fim da etapa. O finlandês tem uma vantagem de 1m09s sobre o seu companheiro de equipa na Skoda, Jan Kopecky. Armin Kremer é terceiro num pódio dominado pelo Skoda Fabia R5.










