Carlos Ghosn, Presidente-Diretor Geral do Grupo Renault, fez muitas e boas revelações relativas aos programas que a marca francesa pretende empreender nos desportos motorizados e não só, mas como é lógico, a cereja no topo do bolo é o programa de F1 e o que todos querem saber é como a Renault se está a preparar para regressar aos momentos que viveu há precisamente uma década, quando Fernando Alonso assegurou o segundo título consecutivo com os franceses. A esse propósito, Ghosn revelou que “Se gostava de voltar a ter o Fernando Alonso na Renault? Seguramente! Mas não depende de mim, é a equipa que toma as decisões e eu apoio-as” começou por dizer, não se coibindo de recordar que os franceses se mantiveram na F1 no auge da crise, ao mesmo tempo que outras marcas ‘sonantes’ saíram “A crise afetou todos, por exemplo a Honda, a Toyota e BMW que saíram da F1, mas agora entendemos que é o momento de aproveitar a nossa experiência e recuperar a nossa história na F1, é esse o nosso objetivo e prioridade”, mas avisou que vai levar tempo “Já se sabe que quando uma equipa vence é o carro e quando perde a culpa é do motor, e essa foi uma das razões que para tirar o melhor partido possível da F1, tínhamos que ser uma equipa de fábrica. Aceitamos que arrancamos com um handicap para os melhores, mas pensamos que temos o talento, a vontade e a experiência para reduzir depressa a margem. Pode levar algum tempo, mas iremos fazê-lo. Não estamos aqui só para participar, mas sim para competir e vencer. Mas não acontecerá em 2016”, disse.









