Elfyn Evans quer regressar ao WRC
Elfyn Evans, piloto que dominou por completo o WRC2 no Rali de Monte Carlo, ficou este ano fora do WRC, tendo-lhe sido dada a incumbência por parte de Malcolm Wilson, de mostrar o que vale o novo Fiesta R5 Evo, mas o galês quer muito mais: “Não era a situação que queria, mas é o que tenho, mas não estou menos determinado. Tenho vontade de ultrapassar este, digamos, passo atrás. Estou no WRC2 para ganhar o campeonato, estou aqui para fazer o melhor possível e regressar ao WRC. Não sei se farei provas do WRC, resta-me fazer o melhor e esperar por mais. Já mostrei do que sou capaz, e ainda tenho muito mais para dar”
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José Alves
27 Janeiro, 2016 at 21:54
Um passo atrás não significa o principio da descida,ou um qualquer valor secundário, mas sim, a oportunidade de acumular a experiência necessária para enfrentar novos desafios de grande competitividade, isso sim!
No entanto, a capacidade do conjunto (men/machine)deu para perceber que se trata disso mesmo… acumular de experiência em regime alto em função da máquina disponível, é só o que falta adquirir, o resto já está no ADN.
Faz muito bem e certamente nos próximos 2 ou 3 anos temos um sério candidato a disputar o pódio do WRC com assiduidade, assim ele acredite.
Mcrae
28 Janeiro, 2016 at 9:44
Acho que a despromoção foi mesmo pela necessidade de promover o Fiesta R5 Evo e pelo resultado obtido no Monte parece que o Wilson acertou na aposta, quando à decisão de ir buscar o Camili, essa é que foi um pouco estranha, provavelmente terá levado uma boa carteira atrás.
Se o Wilson não se cuida acredito que o Evans ainda vá andar Toyota WRC no próximo ano.
Humberto Santos
29 Janeiro, 2016 at 14:00
O caro amigo tá coberto de razão.
Toyota em 2017….
Fica lá o Camili…………..
José Alves
31 Janeiro, 2016 at 0:44
Ou não! A Ford é a marca que está p’ra ficar, embora de forma travessa, mesmo assim, tem obrigatoriamente de ter uma dupla de pilotos capazes de lutar pelo pódio. Na ausência destes, outros do mesmo pelotão, estão já na calha como quem espera uma consulta p’ro medico de família.
Quanto aos nº do Camilli, pois a questão pode até nem ser só pelo ” casch “, existem factores de evolução a vários níveis, que não importa agora comentar, mas são da maior importância para a progressão do programa de trabalho. É um pouco como o filtro para o oleo, ou a entrada de ar para o habitáculo.
Existem factores aparentemente menos visíveis, mas são parte fundamental para a obtenção do resultado. A precisão desta mecânica de competição tem que funcionar sempre melhor que um relógio suíço, made in Portugal. A continuar….. encontramos a solução do problema, muito provavelmente no museu de Foz Coâ, ou algo semelhante.