Ricardo Moura é o grande dominador da primeira parte da Sata/Rali dos Açores ao nível do Campeonato Nacional de Ralis, competição para a qual apenas contam os 11 primeiros troços.
Com as três primeiras especiais disputadas, o piloto açoriano está a mostrar uma rápida adaptação ao Ford Fiesta R5 parecendo estar mais interessado em discutir a vitória (tal o ritmo que empregou) do que em gerir o cronómetro do ‘Nacional’ de Ralis para não deixar escapar a primeira vitória da temporada.
Para já, Moura dispõe de uma significativa vantagem de 56,7s sobre João Barros que é o segundo classificado também num Ford Fiesta R5.
Na terceira posição aparece um surpreendente Diogo Salvi, no terceiro Fiesta R5 a apenas 9,7s de Barros. Mas Adruzilo Lopes (líder do RC2N) também está na sua ‘cola’, a somente 3,9s.
Para a quarta posição, mas ainda no pelotão dos pilotos que discutem a segunda posição, desceu no último troço Pedro Meireles que se encontra a 1m11,0s e a 0,7s de Adruzilo, num registo mais lento do que é habitual.
Por um lado, o líder do campeonato parece estar a jogar à defesa pois sabe que uma desistência significará um rude golpe nas aspirações do título e, por outro, também é possível que a sua moral seja agora menor já que foi um dos maiores prejudicados pela decisão do Colégio de Comissários Desportivos que separou os concorrentes que fazem toda a prova e os que fazem apenas o ‘Nacional’ em termos de ordem de partida, com natural desvantagem para os concorrentes do CNR.
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