Foi um dos mais entusiásticos introdutores em Portugal do karting no início da década de 60, e da Fórmula V em finais dessa mesma década. É considerado o “pai” do figurino atual dos ralis em Portugal, quando com o seu espírito “revolucionário” decidiu inovar numa Volta a Portugal, deixando para trás o então clássico figurino dos anos 50 e 60 com controles horários apertadíssimos (e quantas vezes ainda com quilómetros roubados) e dos “slaloms” que decidiam dos desempates, e introduziu a figura tão popular hoje em dia das Provas Especiais de Classificação, em percursos fechados ao trânsito.
Foi membro da Comissão Desportiva Nacional do ACP, e continuou na sua função de organizador, tendo sido responsável por uma das mais carismáticas provas do calendário nacional – a Volta a Portugal – e Presidente de um dos mais antigos Clubes devotados exclusivamente ao desporto automóvel, o Clube 100 à Hora.
O seu funeral decorrerá amanhã para o cemitério do Alto de S. João, estando o corpo presente desde o final desta tarde na Igreja dos Jerónimos, em Lisboa.
À família e amigos, o AutoSport endereça as mais sentidas condolências.










