Com um orçamento curto e um carro – o Subaru Impreza N11 – que sabia ser bem menos competitivo que a concorrência directa, nem por isso Adruzilo alguma vez se mostrou alguma vez resignado, surpreendo tanto pela extrema regularidade como, sobretudo, pela competividade demonstrada no asfalto. “Apesar de lutar com armas desiguais, a fiabilidade do Subaru acabou por ser, como sempre previ, fundamental para chegar ao título, a par da regularidade e também a rapidez que demonstrámos no asfalto”, destacou.
“Preferia, é evidente, ter ganho de outra maneira, pois o Fernando Peres estava a ser realmente o mais rápido na estrada e nós até já estavamos resignados com a nossa posição, preparando-nos para adiar a decisão do título para o Algarve. Mas os ralis são mesmo assim”, analisou. “Em todo o caso, estou muito contente por ter podido proporcionar este título à ARC Sport. É certo que já tive outros que até são mais importantes na minha carreira. Mas este tem realmente um significado especial, pela dedicação, honestidade e elevado profissionalismo demonstrados por toda esta equipa. Agradeço também ao José Janela pelo empenho que colocou na concretização deste objectivo”.











