O jovem piloto de 20 anos sabia o quão exigentes são as classificativas minhotas e o tempo instável dificultou ainda mais a tarefa dos concorrentes. Ivo Nogueira também teve de lidar com uma recorrente falta de tração no Citroën DS3 R3T, acabando a prova no sexto lugar da classificação geral, além da vitória entre os concorrentes do Racing Trophy e novo segundo lugar no CPR2, tal como na prova de abertura da época, o Rali Torrié.
“O resultado final até acabou por ser melhor do que cheguei a pensar”, comentou Ivo Nogueira no final. “Tínhamos aspirações a lutar pela vitória, não só no troféu mas também no CPR2, mas neste rali percebemos que não era realista tentar vencer nas duas rodas motrizes. Sentimos falta de tração ao longo de toda a prova e perante condições tão difíceis, era impossível conseguir melhor. Ainda assim a vitória no Racing Trophy foi importante, além do facto de termos terminado uma prova tão dura”, analisou o piloto da Maia. Refira-se que o Serras de Fafe não pontuava para a época de Ivo Nogueira no Campeonato de Portugal de Ralis, onde tinha conseguido um inédito pódio no último Rali Torrié.
“Acho que para um jovem piloto como eu, estas provas ensinam algo importante. Não tínhamos condições para chegar mais longe, mas fizemos o melhor que estava ao nosso alcance e pontuámos. Isso pode ser importante nas contas finais do Citroën Racing Trophy e do CPR2”, concluiu.








