Apesar das dificuldades, manhã positiva para Bruno Magalhães no Rali de Chipre, com o piloto luso a fugir das armadilhas em que caíram vários dos seus adversários, especialmente nas duas últimas especiais, mistas, de terra e asfalto. Encontrar a afinação correta para os carros é quase impossível, por isso o melhor compromisso é a solução possível e embora todos os pilotos se tenham queixado de falta de tração – é inevitável porque em dado momento estarão sempre com pneus completamente errados – a verdade é que na boa gestão desta situação Bruno Magalhães saiu-se bastante bem, já que subiu para o quarto lugar da geral. O piloto do Peugeot 208 T16 foi sexto no primeiro troço do dia, terceiro no segundo, e novamente terceiro na 4ª PE, e está agora no quarto posto com 7.2s de avanço para Craig Breen, piloto oficial da Peugeot: “Não tenho tração, é muito fácil cometer erros e foi também muito difícil com os travões e pneus. Agora já estou a perceber melhor o carro”,
Kajetan Kajetanowicz (Ford) foi penalizado em um minuto por ter chegado tarde a um controlo, depois de ter tido problemas com a direção assistida do seu carro. Robert Consani (Peugeot) confessou que não tem confiança neste tipo de piso, caindo por isso várias posições na geral em três troços, Craig Breen (Peugeot) ficou sem o sistema anti-lag, fez um pião completo de 360º numa das especiais, na sequência de um furo e Nasser A-Attiyah (Ford) abandonou com problemas de sobreaquecimento no motor do seu Ford.
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