Markku Alen passou por Portugal e o AutoSport aproveitou para com ele recordar alguns dos momentos altos e baixos da sua recheada carreira nos ralis. Falou-se de tudo um pouco, num piloto que sente grande carinho por Portugal e pelos portugueses, e cuja vida continuam a ser os automóveis. Aqui fica um pequeno extracto de uma longa entrevista que pode ler na edição de amanhã do jornal Autosport:
Como explica que um finlandês como você se tenha adaptado tão bem à cultura italiana? Há um espírito latino dentro de si?
“Não, não, não… Sou sempre um finlandês! Até posso ser um bocadinho latino, mas devo ser mais italiano, mais napolitano, pois foi aí [em Nápoles] que vivi. Deve ser do meu estilo, sempre a fundo, nunca levantar o pé. Andar sempre em ‘maximum attack’. Como fazia em Portugal. Lembro-me da primeira vez que disse isso, foi em 1974 ou 1975, lutava contra o Mikkola e perguntaram-me, como tinha sido. E eu disse, porque não sabia muito bem o que dizer em inglês. ‘Maximum attack!’ Portanto, foi em Portugal que começou o ‘Maximum attack!’.










